“Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo” – Retiro Popular 2012

fevereiro 22, 2012

Hoje iniciamos o período quaresmal, com esse dia importante de nosso calendário litúrgico que se chama  “Quarta-feira de cinzas”.

Hoje somos convidados a aprofundar nossa vida de oração e o desejo de uma verdadeira conversão.

Quando recebemos as cinzas na missa escutamos: ‘Lembra-te que do pó viestes e ao pó, hás de retornar. ‘ A cinza quer demonstrar justamente isso; viemos do pó, viemos da cinza e voltaremos para lá, mas, precisamos estar com os nossos corações preparados, com a nossa alma preparada para Deus.

Que possamos aproveitar bem esse tempo, extraindo todos os seus convites e vivendo-o intensamente, pois é um tempo de muita conversão, de muita oração, de arrependimento, um tempo de voltarmos para Deus.

Somos convidados também a procurar meios que nos ajudem a entrarmos nesse clima orante e todos os anos a editora canção nova publica o livro retiro popular, escrito por Dom Alberto Taveira. Esse material é um maravilhoso aliado para essa época, pois nos auxilia nas meditações e nas vivências quaresmais.

Neste livro, você encontrará indicações diárias de orações e leituras bíblicas que o ajudarão a preparar com grande expectativa o caminho para a Páscoa, a maior e mais importante festa da Igreja Católica.

Dom Alberto Taveira nos mostra que a Quaresma é antiga e nova: se entrarmos de coração nos exercícios quaresmais, ela nunca se repetirá. Há vários anos, o desafio da novidade vem do próprio Deus, que nos quer homens e mulheres renovados no Espírito para chegarmos à Páscoa. Nossa referência será sempre a Palavra de Deus, pois fazer retiro é debruçar-se sobre a riqueza da “Palavra de vida eterna”, que Jesus tem para oferecer. O Retiro Popular de 2012 se propõe a acompanhar o Evangelho de São Marcos, o primeiro que foi escrito. Trata-se de uma apresentação de Jesus Cristo, Filho de Deus. Chegaremos juntos aos pés da cruz de Cristo, para proclamar, como o centurião, que Ele é o Filho de Deus.

Desejo a todos uma quaresma de muitas bênçãos, muita oração e conversão.

Fraternalmente,

Fabiana Paula

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As 7 últimas palavras de Jesus na Cruz

abril 20, 2011

Povo de Deus, Graça e Paz!

Quero convidá-los a uma linda meditação sobre as sete últimas palavras de Jesus na Cruz. Nessa semana tão santa que estamos vivendo, vamos continuar focados na meditação da paixão do Senhor, nas provas de amor que Ele nos deu e como nunca devemos esquecer por qual amor fomos amados, pelo amor que se deu até a morte e morte de cruz.

Que Jesus posso tocar seu coração e lavar com seu sangue todas as áreas que precisam ser restauradas e curadas.

Fiquem com Deus e boa meditação.

Fabiana Paula

As 7 últimas palavras de Jesus na Cruz

1.      “Pai, perdoa-lhes, pois não sabem o que fazem”

          No auge do sofrimento, Cristo não perde a dimensão da fragilidade do ser humano e implora o perdão pra nossas culpas. Seu sangue derramado na cruz nos torna limpos para voltar à casa paterna. Mas somos também capazes de perdoar a nós mesmos e aos outros? Quando oramos: “Perdoai-nos, assim como perdoamos”, sabemos o que pedimos? Aceitamo-nos incondicionalmente como somos e nos respeitamos? Quem não perdoa a si mesmo não perdoa a ninguém mais. Quem não se aceita não aceita aos outros. Pois para isso é necessário que se reconheça as próprias dificuldades e limitações, esforçando-se para se corrigir. E, dessa mesma forma, agir sempre com os outros. 

2.      “Em verdade te digo: hoje estarás comigo no Paraíso”.  

          Sentindo dores, o homem crucificado ao lado de Jesus não o insultou como os demais. Ao contrário, pediu e recebeu o seu perdão incondicional e imediato. Cristo não lhe prometeu o paraíso para depois. Tampouco lhe falou de novas vidas ou de reencarnações. “Hoje mesmo” – afirmou Jesus! E quantos de nós desacreditamos nessa misericórdia divina, acreditando que somente nosso esforço, nesta e em outras vidas, nos tornará dignos de voltar ao Pai. 

3.      “Mulher, eis aí o teu filho. Filho eis aí a tua Mãe!”  

          Apesar de todas as nossas infidelidades, ele não nos deixou órfãos: deu a sua própria mãe como nossa mãe. Mas seremos dignos de ser filhos daquela que disse o sim, totalmente incondicional, quando convidada a ser parte essencial do plano de Deus para nos salvar? Seremos nós também capazes de dar esse sim incondicional e, em cad atividade, testemunhar o Evangelho sem timidez? Não fomos feitos filhos adotivos de Maria e, por conseqüência, irmãos de Jesus Cristo, apenas para nos vangloriarmos de ser cristãos, sacerdotes ou ministros extraordinários da Igreja. Somente tomando consciência disso, ouviremos de Jesus: “Filho, eis aí tua mãe! 

4.      “Tenho Sede!”    

          Jesus teve sede mas, ao invés de água, deram-lhe vinagre. Também para nós Jesus vive a dizer: “Tenho sede! Tenho sede de homens e mulheres, adultos e jovens, que caminhem comigo. Que não tenham medo de correr riscos, que não se apeguem a títulos, cargos e aos bens transitórios deste mundo. Que estejam dispostos a levar a boa nova a todas as criaturas. Tenho sede de justiça e de trabalho para todos, pois afinal meu Pai não criou o mundo só para alguns, mas indistintamente para todos. Tenho sede de pessoas que não aceitem o erro, porque é muito difícil combatê-lo. Tenho sede de ver a humanidade inteira totalmente feliz! Saciem pois essa minha sede, e a minha redenção pela cruz estará plenamente realizada!” 

5.      “Eli, Eli, lema sabachtani? – Meus Deus, meus Deus, por que me abandonastes?”   

   Teria Deus abandonando seu Filho na cruz? Certamente que não. Contudo, a natureza humana de Jesus sofria tanto que ele sentiu falta do carinho de seu e nosso Pai. Quantas vezes nós também gritamos a mesma coisa, porém sem qualquer convicção de que Deus nos escuta. Quantas vezes passamos meses e anos esquecidos de Deus, nunca nos lembrando de conversar com ele, agradecendo tudo o que dele recebemos. Mas, quando nos sobrevém qualquer sofrimento e a dor nos atinge, gritamos revoltados: “Por que nos abandonastes?” Mas não é ele quem nos abandona: nós é que o abandonamos. E, de repente, queremos atribuir a ele todos os sofrimentos que nós mesmos criamos, para nós e para os outros. Fazemos de nossa relação com Deus uma transação comercial: “Eu lhe dou esmolas e orações apressadas, em compensação quero receber tudo aquilo que penso ter direito. E, se não recebo o que quero, protesto: “Por que me abandonaste?”

 6.      “Tudo está consumado!” 

   Jesus Cristo olha, do alto da cruz, o novo mundo que começa: a humanidade recebe, em letras de lágrimas, suor e sangue, e sua quitação por todas as dívidas assumidas. Mas estará tudo consumado para cada um de nós em particular? Será que nada mais tenho a fazer? Posso me esquecer de Cristo não permanece morto, que ele ressuscitou e está presente em cada ser humano? Posso entrar num aposentadoria espiritual, nada mais fazendo porque Cristo já fez tudo por nós? Jesus consumou sua obra redentora na cruz. Mas foi exatamente ali que começou a nossa obra pessoal, como redimidos e discípulos de Cristo. Tudo estará consumado quando conseguirmos expulsar deste mundo o egoísmo, a ambição, o desamor, a miséria e a falta de oportunidade para todos. 

7.      “Pai, em tuas mãos entrego o meu Espírito!”  

 Chega ao final a agonia da cruz, Cristo entrega-se totalmente nas mãos do Pai. Um dia, ao entregarmos também nossos espírito nas mãos do Pai, com certeza ele não nos perguntará pelas grandes obras que fizemos, mas pelas pequeninas coisas que deixamos de fazer. Voltar ao Calvário é redirecionar nossa vida. É tomar a decisão corajosa de entregar ao Pai não somente nosso espírito, mas nossas mãos, nosso coração, nossa mente e toda a nossa vida. Com certeza, ele já está de braços abertos a nossa espera. Como o pai do filho pródigo. Basta que nos lancemos neles, com total amor e confiança.

Fonte: Revista Família Cristã


Peregrinos

abril 5, 2011

Bom Dia povo de Deus!

Quero partilhar com vocês a grande bênção que tem sido nesse período quaresmal estar fazendo o Retiro Popular, escrito pelo nosso querido Dom Alberto Taveira. Todos os anos, através da Editora Canção Nova é lançado um retiro com um tema diferente, que nos ajuda nesse tempo tão rico de nossa liturgia.

Esse ano para mim de forma especial o tema, as leituras, os comentários, tudo tem sido muito edificante. O livro nos indica e sugere um maravilhoso itinerário espiritual que consta das seguintes etapas:

1. Oração

2. Leitura orante da Palavra de Deus

3. Vida cristã, vida Igreja

4. Gestos penitenciais

5. Campanha da Fraternidade

6. Páscoa da Ressurreição

O tema desse ano, Peregrinos, vem nos lembrar do que somos aqui na Terra, apenas peregrinos, estamos apenas de passagem por aqui, nosso destino é voltarmos para o lugar de onde partimos: O Céu!

Estamos aqui em peregrinação e peregrinar, significa: Percorrer um trajeto, um percurso em direção a uma meta. Os judeus passaram 40 anos peregrinando pelo deserto em busca da Terra Prometida. Essa peregrinação foi um tempo de provação e crescimento, rumo à Canaã e todas as vezes que o povo de Deus se acomodou, o Senhor enviou ajuda, para que não perdessem o rumo. No caminho foram muitas as tentações: contendas, idolatria, murmuração; pecados que nos afastam do caminho e que muitas vezes nos levam a desistir da caminhada.

Talvez você hoje se encontre como um peregrino perdido, que errou o caminho e não sabe mais como voltar. Talvez as ilusões e os prazeres do mundo tenham lhe cegado, o desejo do ter e do poder tenham lhe seduzido, mas agora você acordou e quer voltar, pois muitas pessoas querem encontrar segurança e buscar a felicidade imediata, deixando habitar no seu coração apenas seus sonhos, os sonhos humanos. “A experiência de fé abraça os sonhos que só Deus pode inspirar e estes são do tamanho da eternidade”, Jesus então te acolhe e te abraça, te dá a mão para te ajudar nesse trajeto de retorno ao verdadeiro caminho.

Deixe que Jesus lhe acompanhe na peregrinação de sua vida, pois nos caminhos por onde passar muitas vezes você irá se deparar com pedras, espinhos, lama, barreiras, bloqueios ou atalhos, que são perigosos pois a facilidade desses atalhos podem lhe levar a perdição(que significa o ato de perder-se).

Como bons peregrinos que somos queremos estar lado a lado com nosso Guia, com nosso Mestre, com nosso Senhor, que como o bom Pastor que é nos leva pelo verdadeiro caminho, que nos levará ao verdadeiro ponto de chegada, para assim cantarmos como o salmista:

“Felizes os que em vós têm sua força e se decidem a partir quais peregrinos! Quando passam pelo vale da aridez, o transformam numa fonte borbulhante, pois a chuva o vestirá com suas bênçãos. Caminharão com um ardor sempre crescente e hão de ver o Deus dos deus de Sião”.

(Sl 84,6-8)        

Um grande abraço a todos e uma feliz e santa peregrinação!

Fraternalmente,

Fabiana Paula


Quaresma, tempo favorável de conversão!

março 12, 2011

Orar, Jejuar e viver o amor, convites do tempo quaresmal!

Estamos vivendo um tempo belo e precioso na liturgia de nossa Igreja que é o tempo quaresmal.

A quaresma são 40 dias que passamos, desde a quarta-feira de cinzas até o Domingo de Ramos, onde vivemos um espírito de oração e conversão, motivados pelas leituras e práticas espirituais que a Igreja nos convida.

Cada semana da quaresma devemos estar movidos pelo desejo de uma vida de oração mais profunda, de uma intimidade com Deus e como resultado dessa intimidade, uma verdadeira conversão.

A palavra que me vem ao coração é: SILÊNCIO.

Sei que nesse tempo, preciso silenciar mais meu coração, pois só podemos ouvir o que o outro tem a dizer se nos calarmos. Muitas vezes somos assim, nossa oração se torna um monólogo com Jesus, onde falo o tempo inteiro, faço pedidos, reclamações, murmuro, choro, faço uma lista de exigências ao Senhor e não permito que ele fale ao meu coração, que me responda e que conduza meus caminhos, meus passos.

Precisamos aprender a silenciar e esse é o convite que faço a você, pois essa será uma das minhas motivações quaresmais, ser íntima de Jesus e para ser íntima do Senhor, preciso ouvir o que meu Mestre, meu Amigo tem a me dizer. Se quero ser fiel, obediente, preciso ouvir sua voz que me guia, que me orienta. Quero que esse tempo seja um tempo de conversão verdadeira, porém, para que isso aconteça, preciso renunciar às minhas vontades, para ouvir e fazer a vontade do Senhor.

Aproveite meu querido irmão esse tempo de graça, não deixe que ele passe despercebido por você, não se sinta pressionado, mas sinta-se livre para viver as penitências, as mortificações, as renúncias que precisamos fazer para sermos mais e mais livres.

E pense consigo mesmo: O que preciso fazer para ser alguém melhor? Será que preciso fazer um jejum de alimento, para regrar minha vida no autocontrole? Será que preciso desligar a televisão de minha casa, onde entra tanto pecado e devassidão? Será que preciso renunciar a programas que não me trazem nada de positivo, mas só contaminam meu coração com o pecado e os maus pensamentos? Será que preciso frear minha língua que muitas vezes é canal de fofocas e maledicências?

Pense no silêncio do seu coração, quais as brechas que precisam ser fechadas e por onde o inimigo de Deus teima em entrar. A oração vai fechar essas brechas e lhe deixar alerta, atento às tentações que o inimigo lhe traz.

Uma ótima quaresma e vamos nesse período aqui no blog, partilhando temas próprios para nos ajudarem a viver melhor e alcançarmos nossos objetivos espirituais.

Um ótimo fim de semana!

Fiquem com Deus!

Fabiana Paula


Tenho sede

março 3, 2010

 É com essa linda frase que Dom Alberto Taveira, Arcebispo de Belém do Pará, nos convida a vivenciarmos esse tempo quaresmal e nos prepararmos para a Páscoa do Senhor.

Todos os anos ele traz aos fiéis o “Retiro Popular”, um caminho de oração, com leituras e exercícios espirituais que nos ajudam nesse caminho e nos dão subsídios para não deixarmos a graça do Senhor passar.

Está sendo uma bênção para mim estar seguindo esse itinerário espiritual, quero partilhar com vocês um pouco como funciona o livro e os passos que se seguem. Bem, é feito de acordo com o liturgia diária e o plano de viagem quaresmal é seguinte:

1. Leitura orante da Palavra de Deus – meia hora de oração pessoal diariamente, dedicada ao Espírito Santo. É sugerido que se leia uma ou mais vezes, se necessário o texto proposto.

2. Meditação – O texto lido é de iniciativa de Deus. Ele tem algo a dizer-lhe. Se quiser, poderá escrever o que o Senhor inspira em seu coração.

3. Oração – Agora, converse com o Senhor a respeito do que você leu e meditou. Confronte com sua vida, mas conversando com Ele, que vê o que está escondido.

4. Contemplação – É bom ficar em silêncio diante de Deus. Um operário, provocado pela pergunta feita por São João Maria Vianney, o Cura d’Ars, sobre o seu modo de rezar, respondeu com simplicidade: “Eu não falo nada! Ele olha para mim e eu para Ele!” A contemplação é assim!

 5. Viver a Palavra: Cada palavra da Escritura é vida e cada um de nós pode, com seu modo de viver, ser a palavra lida e rezada. No correr das semanas do Retiro.

6. Partilha – Durante a quaresma, converse com outras pessoas, testemunhando o que você está rezando e vivendo.

7. Formação – Para cada semana de retiro, há um texto do documento de Aparecida para ajudar-nos a conhecer mais e melhor a Palavra da Igreja.

8. Missão – Acolha a proposta de vivência da caridade e de missão para cada semana da quaresma.


Quaresma, tempo de se decidir pelo Senhor!

março 1, 2010

 

É tempo de retomar a vida de oração: “Orai sem cessar. Em todas as circunstâncias, dai graças, porque esta é a vontade de Deus em Jesus Cristo” (I Ts 5,17-18). Sinto que o Senhor nos quer restaurar a partir da nossa vida de oração. Não é questão de orar e cumprir algumas determinações quanto à nossa espiritualidade, mas é toda uma retomada de vida em oração. Uma vida de relacionamento pessoal com Deus. Uma vida de intimidade com o Pai, com o Espírito Santo, com Maria. Não são simples palavras, preste atenção: trata-se de intimidade, relacionamento pessoal e vida. Aí está o segredo e a fonte da nossa retomada. Se formos fiéis, a retomada acontecerá. Essa retomada é muito simples, é só você buscar fazer todas as coisas com Deus, em Deus e para Deus. São Paulo nos recomenda: “Orai sem cessar” (1Ts 5,17). A oração nos mantém interligados ao coração de Jesus. Orar sem cessar é manter o coração sempre aberto,em colóquio com Deus, em qualquer lugar, em qualquer tempo. Vale a pena retomar nossa vida de oração! Quaresma é um tempo de peregrinação no interior dos nossos corações, no desejo de mudarmos as nossas atitudes, palavras, pensamentos, ajustando-nos a Jesus, nosso Mestre. Decida-se hoje por Jesus, dispondo-se a ser melhor como pessoa, como irmão, como pai, mãe, profissional. Vamos fazer tudo por amor a Jesus.

Monsenhor Jonas Abib

Fundador da Comunidade Canção Nova, Presidente da Fundação João Paulo II. É autor de 48 livros, milhares de palestras em áudio e vídeo, viajando o Brasil e o mundo em encontros de evangelização.

Acesse: http://www.padrejonas.com


Não olhes para trás!

fevereiro 22, 2010

O texto de Gênesis 19, versículo 17, trata da destruição de Sodoma e Gomorra, das armas que o inimigo usou  para destruir a cidade e seus habitantes. No mundo em que vivemos, muita coisa está parecida com Sodoma e Gomorra. Se lemos os versículos anteriores a Gênesis 17, veremos que as pessoas não deram crédito aos sinais da destruição. Ló, porém, acreditou e o anjo de Deus puxou-a pela mão para fora da cidade.

A primeira grande ordem de Deus: NÃO OLHE PARA TRÁS.

Nós somos muito apaixonados pelo passado, tanto das boas lembranças, como das infelizes.

E é isso que o inimigo mais gosta de ver, o ser humano preso ao passado. Relembrando e remoendo fatos passados. O que aconteceu com a mulher de Ló por ter olhado para trás? Virou estátua de sal. Estátua é coisa parada, que não tem vida. Tem muita gente estátua por aí. A pessoa que se torna estátua de sal fica azeda, tem o dom de guardar tudo o que é ruim, de sua vida e da vida dos outros, vive amargurada.

NÃO OLHE PARA TRÁS…

Você engatou uma ré na sua vida? Você sabe quando usamos a ré? Quando é preciso fazer uma manobra em que é absolutamente impossível ir para frente. Quando estamos em lugar estreito, temos duas regras para usar a ré. Primeira: com muita atenção, e é por isso que existem espelhos retrovisores. Segunda: devagar. Hoje Deus nos pede para engatarmos as marchas que nos levarão para frente, nada de marcha ré.

 A ordem de Deus é essa:

NÃO OLHE PARA TRÁS…

Os seus pecados Jesus já levou, por isso, não viva preso a eles. Você deve confessá-los e se Jesus os perdoou, não há porque viver lembrando e sofrendo à toa.

Vamos fazer hoje esse propósito de recomeço, de uma vida nova. Jesus quer que olhemos para frente, visualizando o presente e tudo que de bom está por vir pelas suas mãos.

Rezemos juntos:

“Meu bom Jesus, não quero estar preso(a) ao meu passado, quero colocar em tuas mãos todas as lembranças que me magoaram, feriram e deixaram marcas em mim. Sei de minhas limitações, mas sei também que teu amor e misericórdia é maior que o meu pecado e as marcas em minha história de vida”.