O Cético e o Lúcido…

agosto 2, 2013

Gêmeos

No ventre de uma mulher grávida estavam dois bebês.
O primeiro pergunta ao outro:
– Você acredita na vida após o nascimento?
– Certamente. Algo tem de haver após o nascimento.
– Talvez estejamos aqui principalmente porque nós precisamos nos preparar para o que seremos mais tarde.
– Bobagem, não há vida após o nascimento. Como verdadeiramente seria essa vida?
– Eu não sei exatamente, mas certamente haverá mais luz do que aqui.
– Talvez caminhemos com nossos próprios pés e comeremos com a boca.
– Isso é um absurdo! Caminhar é impossível.
– E comer com a boca? É totalmente ridículo! O cordão umbilical nos alimenta.
– Eu digo somente uma coisa: A vida após o nascimento está excluída – o cordão umbilical é muito curto.
– Na verdade, certamente há algo. Talvez seja apenas um pouco diferente do que estamos habituados a ter aqui.
– Mas ninguém nunca voltou de lá, depois do nascimento. O parto apenas encerra a vida.
– E, afinal de contas, a vida é nada mais do que a angústia prolongada na escuridão.
– Bem, eu não sei exatamente como será depois do nascimento, mas com certeza veremos a mamãe e ela cuidará de nós.
– Mamãe? Você acredita na mamãe? E onde ela supostamente está?
– Onde? Em tudo à nossa volta! Nela e através dela nós vivemos. Sem ela tudo isso não existiria.
– Eu não acredito! Eu nunca vi nenhuma mamãe, por isso é claro que não existe nenhuma.
– Bem, mas, às vezes, quando estamos em silêncio, você pode ouvi-la cantando ou sente como ela afaga nosso mundo.

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Jovem Testemunha o valor da vida em sua pequenez!

fevereiro 3, 2012

Oi gente, Paz e Bem!

Segue abaixo uma entrevista maravilhosa e muito tocante sobre o aborto e a decisão por não abortar.

A matéria foi tirada do site: http://destrave.cancaonova.com/

Vale a pena ler ou assistir.

Vamos divulgar a cultura da vida, mostrando que não importa o que aconteça, a vida humana deve sempre estar em primeiro lugar.

Fraternalmente,

Fabiana

São muitas as mulheres que, em caso de estupro, optam por realizar um aborto, o que, no Brasil, é permitido por lei nesse caso. A equipe de reportagem do ‘Destrave’ conversou com uma jovem que ficou grávida após ser vítima dessa violência [estupro] e, depois de relutar muito, Deus tocou seu coração e ela decidiu levar a gravidez adiante. Para preservá-la a chamaremos de “T.”.

Confira o testemunho da jovem mãe, que deu seu “sim” à vida ao ser orientada por um membro do Instituto Pró-Vida. Em seu depoimento ela destaca que foi a Palavra de Deus que a conduziu a não praticar o aborto.

Destrave.com: Qual foi o seu sentimento ao ser violentada e, no seu desespero, quais foram os meios que encontrou para fazer o aborto?

Testemunho T.: Foi um sentimento de raiva, dor, desprezo, mágoa e culpa. Primeiro tomei alguns chás que as pessoas falavam e, depois de ver que não houve resultado, decidi procurar uma clínica de aborto mesmo.

“Hoje eu olho para o meu filho e tenho força para lutar pela minha vida e pela vida dele”, contou.

Destrave. Com: Como você chegou ao Instituto Pró-Vida? Ligou? Teve esse encontro e decidiu não fazer o aborto?

Testemunho T.: Achei o telefone na internet e liguei achando que era uma clínica de aborto. A moça que conversou comigo falava como se fosse realmente de uma clínica, então marquei um encontro com esta pessoa e pensei assim: “Como o aborto é ilegal este encontro dever ser para disfarçar para que a polícia não fique sabendo”. Nesse encontro a mulher começou a falar da Igreja e de Jesus, mas eu já conhecia porque fui criada na Igreja evangélica. No entanto, depois dessa conversa aquilo ficou dentro de mim. Ela jogou a semente e a semente foi germinando.

Destrave.com: Você tinha noção de que tinha uma vida dentro de você? E qual foi o seu sentimento ao ver o rosto do seu filho na hora do nascimento?

Testemunho T.: Não tinha noção de que era uma vida; e ainda nem pensava que era o meu filho. Para mim, não havia uma vida ainda e eu não estaria errando. O que me fez conseguir entender tudo foi a Palavra de Deus. Na hora do nascimento fiquei muito feliz e grata a Deus.

“Foi a voz de Deus falando comigo e que ia me ajudar e quando vi que ele era parecido comigo fiquei muito feliz”, testemunhou.

Destrave.com: Quais foram as ajudas que você recebeu durante a gravidez, no parto e até hoje?

Testemunho T.: A primeira ajuda que eu recebi foi a espiritual, porque, se eu não a recebesse, a pessoa que me acolheu no Instituto Pró-vida poderia vir falar comigo e oferecer o que fosse que eu não aceitaria. Quando ela falou de Deus aí foi o momento em que eu disse que não iria abortar. Depois precisei de ajuda psicológica, financeira e também recebi todo o tipo de ajuda com roupas, berço e alimentação.

Destrave.com: Gostaria que você deixasse uma mensagem para as pessoas que hoje passam pela mesma situação?

Testemunho T.: É difícil, dificuldade a gente tem mesmo de ter um filho, mas eu acho que mais difícil é quando você aborta e fica com aquela consciência ruim. Não sei como estaria hoje se tivesse cometido o aborto, mas se o realizasse talvez eu teria acabado com a minha vida e a do meu filho. Hoje eu olho para o meu filho e tenho força para lutar pela minha vida e pela vida dele.


Viva a vida!

julho 19, 2011

Oi gente, Boa Noite!

É sempre maravilhoso ler matérias sobre a vida e de como muitas pessoas estão lutando, fazendo a sua parte para que a cada dia possamos entender que só Deus é o Senhor e autor da vida e da morte e que toda vida é um lindo Dom de Deus.

Deus os abençoe e uma feliz e santa semana!

A vida em primeiro lugar