ADVENTO: AURORA DO NATAL

novembro 26, 2013

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   Primeiro domingo do Advento: iniciamos um novo tempo litúrgico. É tempo de preparação para a vinda do Senhor. É tempo de espera. Tempo de encontro. Encontro da Família. É tempo de Natal. Tempo de alegria. Vida nova. Novos sonhos e esperanças. É tempo de despertar. Não há mais motivos de medo. A aurora anuncia um novo Sol. Vamos abrir nossos corações. Deixemos a luz do céu entrar. O Senhor vai chegar. São quatro domingos, quatro semanas de preparação para a vinda do Menino de Belém. A cor das vestes litúrgicas é o roxo. Os personagens bíblicos são: Isaías, João Batista e a Virgem Maria.

                        Advento exige conversão, mudança interior, renovação de espírito. É tempo de novena. Novena que reúne famílias e a própria família. É momento de encontros com vizinhos de bairro e condomínios. É um novo tempo: preparar a casa, a árvore de Natal, tempo de luzes e de cores. É tempo de Paz e de alegria. É tempo de perdão e reconciliação. É tempo de amar a todos: sem distinção de raça, cor ou nível social. É tempo de reconhecer que todos têm a mesma origem. Todos somos filhos de Deus.

                        O tema principal do advento é a espera do Messias. Anunciada já no Antigo Testamento pelos Profetas, especialmente por Isaías. O tempo de espera deve ser marcado pela vigilância. O importante é estarmos preparados, pois não sabemos nem o dia e nem a hora da chegada. Devemos abrir o coração, para que o Senhor possa entrar. O Senhor virá: e como será que ele virá? Como será que ele estará vestido e em que condição social? Qual será a sua idade? Como ele se apresentará? Devemos estar prontos para acolhê-lo. A casa deve estar preparada, limpa, aberta e ser acolhedora. O Senhor certamente se apresentará na pessoa mais próxima de cada um de nós. Ele está e estará sempre ao nosso lado.

                        As condições para celebrarmos o Advento: vigiar em oração e perseverar na caridade. Ter corações leves. Romper com os vícios: do consumismo, do materialismo, das preocupações mundanas, do comprar e adquirir sem limites, do ativismo desenfreado. Superar a maldade interior, os rancores, as mágoas, os ressentimentos, as lembranças negativas do passado. O Advento é tempo de perdão, de reconciliação, de renovação espiritual. É tempo de celebrar a vida, vida nova. É tempo de renascer, florescer e frutificar. É tempo de distribuir, partilhar, de abrir portas e corações. Tu és a nossa única esperança. Vem, Senhor Jesus. Aurora do Natal.

Frei Sergio Pagan – 1º domingo do Advento de 2013.


Músicos segundo o coração de Deus: Profeta entre as nações!

outubro 12, 2013

globo terrestre

“Foi-me dirigida nestes termos a palavra do Senhor: Antes que no seio fosses formado, eu já te conhecia; antes de teu nascimento, eu já te havia consagrado, e te havia designado profeta das nações. E eu respondi: Ah! Senhor JAVÉ, eu nem sei falar, pois que sou apenas uma criança. Replicou, porém o Senhor: Não digas: Sou apenas uma criança: porquanto irás procurar todos aqueles aos quais te enviar, e a eles dirás o que eu te ordenar.  Não deverás temê-los porque estarei contigo para livrar-te – oráculo do Senhor. E o Senhor, estendendo em seguida a sua mão, tocou-me na boca. E assim me falou: Eis que coloco minhas palavras nos teus lábios”.  (Jer 1.4-9)

Continuando nossa série de formação para músicos, vamos hoje meditar um texto que muito me encanta e fala muito ao meu coração:  O profetismo. O primeiro ponto na leitura do texto do livro do profeta Jeremias é o chamado de um jovem, como ele mesmo diz “um menino” , “uma criança”, para uma missão de muita responsabilidade: Ser Profeta e anunciar aos povos sua mensagem. Esse convite o deixou como que desesperado e preocupado, ou seja, ainda tinha muito que aprender, sentia-se despreparado, imaturo e com medo da grandeza da missão que lhe estava sendo confiada.

Mas o Senhor o tranquiliza dizendo que desde que no ventre de sua mãe fosse concebido Ele já o conhecia, já o havia escolhido para ser profeta entre as nações.

Podemos então nos colocar como o profeta Jeremias, diante do nosso dom musical, como o nome já diz é um dom, um presente de Deus, foi o Senhor que desde o ventre materno nos escolheu e nos deu o dom da música. É lindo saber que foi o senhor que nos escolheu, nos amou e convidou para a missão evangelizarmos através da música.

Muitas vezes nos sentimos como Jeremias diante da missão que Deus nos confia. Olhando a responsabilidade de sermos bons músicos, coerentes com nossa fé e com o que cantamos e tocamos, vem o medo e a sensação de incapacidade. Será que consigo? Será que estou preparado? Será que serei bem sucedido? Porque nós, assim como o profeta somos crianças, crianças na fé e muitas vezes no entendimento do projeto de Deus e diante de uma missão exigente, muitas vezes queremos recuar, voltar a atrás, dizer não.

Eu mesma posso testemunhar o quanto Deus tem operado em minha vida. Muitas vezes estou no palco e alguns pensam que lá é um lugar de glamour, um status, mas na verdade é um lugar de missão, pois em vários momentos estou ali somente fortalecida no Senhor, quantas vezes passando por um momento difícil, quando a vontade é não ir em missão, ficar dentro da minha “bolha”, de área de conforto e viver as crises e a dificuldade bem distante de todos. Mas, qual foi a ordem e a promessa que o Senhor fez ao profeta Jeremias e que se estende a todos nós?

“Eu te envio como Profeta entre as nações”!

E o profeta é aquele que anuncia. Anuncia o Reino de Deus, o amor de Deus que é infinito e rico em misericórdia, anuncia que para seguir Jesus é necessário renunciar a nós mesmos, carregar todo dia nossa cruz e seguir junto com o Mestre na caminhada. Ser profeta é ir contra a maré do capitalismo selvagem, do ter, ser, possuir, da sede de grandezas, da cobiça que nos cega e nos faz perder a essência de sermos todos irmãos. Ser profeta é dizer não ao relativismo, ao aborto, as doutrinas que nos fazem perder nossa fé, que é nosso maior tesouro. Ser profeta é jogar fora o que nos escraviza e vicia o que nos torna fracos e dependentes. Ser profeta é dizer sim aos valores cristãos, a família e gritar bem alto que vale a pena ser de Deus, viver a castidade, a pureza e uma vida de honestidade e ética.

E quero concluir dizendo que você músico é esse grande profeta entre nações. Deus te deu voz e instrumento para ecoar nesse mundo tão carente de uma palavra de conforto, de uma palavra amiga, verdadeira, sem segundas intenções. Quando você fraquejar, pecar, desanimar, sentir-se fraco e sem forças, lembre-se da palavra do Senhor ao profeta Jeremias, ela é para você também:

“Porquanto irás procurar todos aqueles aos quais te enviar, e a eles dirás o que eu te ordenar.  Não deverás temê-los porque estarei contigo para livrar-te – oráculo do Senhor. E o Senhor, estendendo em seguida a sua mão, tocou-me na boca. E assim me falou: Eis que coloco minhas palavras nos teus lábios”.

Vamos rezar juntos:

Senhor, nosso querido e amado Deus, queremos nesse momento agradecer em primeiro lugar pelo dom, pelo chamado ao ministério de música. Pedimos força, coragem, discernimento e sabedoria para que possamos conduzir e servir da melhor maneira. Sempre obedientes a ti, ao teu chamado e que nunca esqueçamos do verdadeiro sentido da nossa vocação.

Muito obrigado Senhor!


Série: Músicos segundo o coração de Deus

outubro 6, 2013

Músicos de Deus

Oi gente, hoje dou início a postagem de algumas formações para músicos. Acredito que será muito edificante para nós, músicos cristãos. Já faz algum tempo que quero começar a postar alguns escritos sobre ministério de música a partir de minhas experiências pessoais, meus erros, meus acertos, de tudo que tenho vivido ao longo desses anos de ministério.  O mais legal de tudo isso é saber que a primeira pessoa que precisa ouvir todos os dias sou eu. Escrever sobre algo assim tão importante que é a música cristã, é uma grande responsabilidade e grande desafio, mas não posso ser omissa e não fazer o que o Senhor me impulsiona: Ser portadora de palavras que possam edificar, orientar e ajudar os irmãos músicos a cada vez mais serem melhores mensageiros, portadores da Boa Nova de Jesus Cristo.

Vamos caminhar juntos, conto com a presença, comentários, sugestões e orações de todos.

Músicos segundo o coração de Deus

Ao pensar em iniciar uma série formativa para músicos pensei em seguir uma linha e me veio ao coração a frase: Músicos segundo o coração de Deus. Essa frase já existe, não foi criada por mim, mas me impactou porque o nosso ministério se torna fecundo quando caminhamos e seguimos os direcionamentos do Senhor. Por vezes somos tentados a fazer a nossa vontade, seguir nossos impulsos, dar vazão a nossos próprios projetos, mas esquecemos de conversar e saber se os nossos planos e projetos estão de acordo com o que o Senhor pensou para nós, se estão no plano de amor e salvação d’Ele para nossas vidas. De uma coisa eu tenho certeza: Deus sabe o que é melhor para cada um de nós e se a princípio precisamos adequar nosso ministério, nossas missões, mudar algo que Deus nos pede é porque é o melhor para nossa vida. Não entendo como tem pessoas que querem seguir sozinhas fazendo sua vontade num ministério de música. Ministro de música é orante, busca não só os acordes musicais, as notas precisas e os ensaios, mas uma vida de amizade e proximidade com o Senhor. Como vamos cantar algo ou alguém que não conhecemos? Como cantar a pessoa de Jesus Cristo se não somos ainda seus amigos ou se somos amigos distantes, se temos reservas e fazemos apenas o que queremos?

O músico de Deus é aquele sensível ao seu Mestre. É aquele que ouve a voz do seu Pastor, que o deixa conduzi-lo. Assim como as ovelhas, se formos à frente do nosso Pastor, vamos nos perder, não saberemos o caminho certo, corremos o risco de entrar no caminho errado e ser atacado pelos lobos que estão presentes no percurso do nosso caminho, esperando para nos devorar.

Quero fazer uma pergunta a você: Porque você é músico de Deus? Porque escolheu entre tantos estilos, tocar, cantar canções religiosas, espirituais? Pense nessas perguntas e reflitas sobre suas respostas, se estão coerentes com sua vivência e suas escolhas.

Acredito plenamente no chamado profético que Deus faz aos músicos de serem em primeiro lugar pessoas d’Ele, profetas, mensageiros, adoradores.

Quero te convidar a um momento de oração. Há quanto tempo você não adora a Jesus ou abre a Bíblia para rezar e pedir um direcionamento ao Senhor para teu ministério? Tens rezado antes das apresentações, missas ou shows? Tem se preparado espiritualmente para as missões que Ele te confia?

Que tal fazer isso agorinha mesmo. Reze comigo essa oração e depois em sua oração pessoal, só você e Jesus , converse com Ele sobre seus planos, projetos, dificuldade, sofrimentos, decepções e alegrias também. Convido você a ter um caderninho de oração e ir escrevendo aquilo que sentiu nos momentos de oração, as citações bíblicas que confirmaram seu ministério e os direcionamentos de Deus para ele. Não ache que é coisa boba e infantil. O caderno é um registro de nossa intimidade com Deus. Como um diário aonde vamos colocando nossa experiência orante e pode ser muito útil para o futuro, até mesmo para composições e para um balanço de nosso crescimento espiritual. Faça essa experiência, tenho certeza que não se arrependerá.

Lembre-se sempre: A boca fala o que o coração está cheio, se você canta e toca canções religiosas, seu coração deve estar cheio, repleto d’Ele, do dono das canções, para assim transmitir com verdade aos outros o que já está dentro de você.

Abraço fraterno e até a próxima formação.

Fabiana Paula

Oração

Senhor, tu sabes tudo, tu me conheces e sondas meu coração. Sabes o que tenho vivido e passado em minha caminhada. Das dores e alegrias em meu ministério, por isso seja a luz e o farol a me iluminar e guiar. Fica a frente de meu ministério, não permita que as tentações do inimigo encontrem lugar em meu coração. Quero ser teu, somente teu e guiado por ti. Quero colocar meus sonhos, projetos e anseios aos teus pés, para que possas mostrar-me qual a tua vontade e eu encontre assim, a verdadeira fecundidade e alegria no servir.

Obrigado por tudo Jesus!

 


Dia de oração pela Síria

setembro 2, 2013

Bom Dia queridos irmãos em Cristo, Paz e Bem!

Nosso querido Papa Francisco em sua mensagem ontem no Angelus em Roma, convocou todo o mundo para uma jornada de jejum e oração pela paz na Síria, em um gesto simbólico que lembra o apelo feito pelo papa João Paulo II após os atentados de 11 de setembro de 2001.

Segue as palavras do Santo Padre. Unamo-nos nessa corrente de oração e união pelo fim dos conflitos que já mataram milhares de inocentes.

Fraternalmente,

Fabiana

PAPA FRANCISCO

ANGELUS 

Praça de São Pedro
Domingo, 1º de Setembro de 2013

Papa Francisco rezando

Mensagem do Papa Francisco 

Hoje, queridos irmãos e irmãs,

Queria fazer-me intérprete do grito que se eleva, com crescente angústia, em todos os cantos da terra, em todos os povos, em cada coração, na única grande família que é a humanidade: o grito da paz! É um grito que diz com força: queremos um mundo de paz, queremos ser homens e mulheres de paz, queremos que nesta nossa sociedade, dilacerada por divisões e conflitos, possa irromper a paz! Nunca mais a guerra! Nunca mais a guerra! A paz é um dom demasiado precioso, que deve ser promovido e tutelado.

Vivo com particular sofrimento e com preocupação as várias situações de conflito que existem na nossa terra; mas, nestes dias, o meu coração ficou profundamente ferido por aquilo que está acontecendo na Síria, e fica angustiado pelos desenvolvimentos dramáticos que se preanunciam.

Dirijo um forte Apelo pela paz, um Apelo que nasce do íntimo de mim mesmo! Quanto sofrimento, quanta destruição, quanta dor causou e está causando o uso das armas naquele país atormentado, especialmente entre a população civil e indefesa! Pensemos em quantas crianças não poderão ver a luz do futuro! Condeno com uma firmeza particular o uso das armas químicas! Ainda tenho gravadas na mente e no coração as imagens terríveis dos dias passados! Existe um juízo de Deus e também um juízo da história sobre as nossas ações aos quais não se pode escapar! O uso da violência nunca conduz à paz. Guerra chama mais guerra, violência chama mais violência.

Com todas as minhas forças, peço às partes envolvidas no conflito que escutem a voz da sua consciência, que não se fechem nos próprios interesses, mas que olhem para o outro como um irmão e que assumam com coragem e decisão o caminho do encontro e da negociação, superando o confronto cego. Com a mesma força, exorto também a Comunidade Internacional a fazer todo o esforço para promover, sem mais demora, iniciativas claras a favor da paz naquela nação, baseadas no diálogo e na negociação, para o bem de toda a população síria.

Que não se poupe nenhum esforço para garantir a ajuda humanitária às vítimas deste terrível conflito, particularmente os deslocados no país e os numerosos refugiados nos países vizinhos. Que os agentes humanitários, dedicados a aliviar os sofrimentos da população, tenham garantida a possibilidade de prestar a ajuda necessária.

O que podemos fazer pela paz no mundo? Como dizia o Papa João XXIII, a todos corresponde a tarefa de estabelecer um novo sistema de relações de convivência baseados na justiça e no amor (cf. Pacem in terris, [11 de abril de 1963]: AAS 55 [1963], 301-302).

Possa uma corrente de compromisso pela paz unir todos os homens e mulheres de boa vontade! Trata-se de um forte e premente convite que dirijo a toda a Igreja Católica, mas que estendo a todos os cristãos de outras confissões, aos homens e mulheres de todas as religiões e também àqueles irmãos e irmãs que não creem: a paz é um bem que supera qualquer barreira, porque é um bem de toda a humanidade.

Repito em alta voz: não é a cultura do confronto, a cultura do conflito, aquela que constrói a convivência nos povos e entre os povos, mas sim esta: a cultura do encontro, a cultura do diálogo: este é o único caminho para a paz.

Que o grito da paz se erga alto para que chegue até o coração de cada um, e que todos abandonem as armas e se deixem guiar pelo desejo de paz.

Por isso, irmãos e irmãs, decidi convocar para toda a Igreja, no próximo dia 7 de setembro, véspera da Natividade de Maria, Rainha da Paz, um dia de jejum e de oração pela paz na Síria, no Oriente Médio, e no mundo inteiro, e convido também a unir-se a esta iniciativa, no modo que considerem mais oportuno, os irmãos cristãos não católicos, aqueles que pertencem a outras religiões e os homens de boa vontade.

No dia 7 de setembro, na Praça de São Pedro, aqui, das 19h00min até as 24h00min, nos reuniremos em oração e em espírito de penitência para invocar de Deus este grande dom para a amada nação síria e para todas as situações de conflito e de violência no mundo. A humanidade precisa ver gestos de paz e escutar palavras de esperança e de paz! Peço a todas as Igrejas particulares que, além de viver este dia de jejum, organizem algum ato litúrgico por esta intenção.

Peçamos a Maria que nos ajude a responder à violência, ao conflito e à guerra com a força do diálogo, da reconciliação e do amor. Ela é mãe: que Ela nos ajude a encontrar a paz; todos nós somos seus filhos! Ajudai-nos, Maria, a superar este momento difícil e a nos comprometer a construir, todos os dias e em todo lugar, uma autêntica cultura do encontro e da paz. Maria, Rainha da paz, rogai por nós!

Fonte:http://www.vatican.va/holy_father/francesco/angelus/2013/documents/papa-francesco_angelus_20130901_po.html


Deus tem uma resposta

agosto 28, 2013

flores lindas

Você diz: “Isso é impossível” 

Deus diz: “Tudo é possível” (Lucas 18:27) 

Você diz: “Eu já estou cansado”
Deus diz: “Eu te darei o repouso” (Mateus 11:28-30)

Você diz: “Ninguém me ama de verdade”
Deus diz: “Eu te amo” (João 3:16 & João 13:34)

Você diz: “Não tenho condições”
Deus diz: “Minha graça é suficiente” (II. Corintos 12:9) 

Você diz: “Não vejo saída”
Deus diz: “Eu guiarei teus passos” (Provérbios 3:5-6) 

Você diz: “Eu não posso fazer”
Deus diz: “Você pode fazer tudo” (Filipenses 4:13) 

Você diz: “Estou angustiado”
Deus diz: “Eu te livrarei da angustia” (Salmos 90:15) 

Você diz: “Não vale a pena”
Deus diz: “Tudo vale a pena” (Romanos 8:28) 

Você diz: “Eu não mereço perdão”
Deus diz: “Eu te perdôo” (I Epistola de São João 1:9 & Romanos 8:1) 

Você diz: “Não vou conseguir”
Deus diz: “Eu suprirei todas as suas necessidades” (Filipenses 4:19) 

Você diz: “Estou com medo”
Deus diz: “Eu não te dei um espírito de medo” (II. Timóteo 1:7) 

Você diz: “Estou sempre frustrado e preocupado”
Deus diz: “Confiai-me todas as suas preocupações” (I Pedro 5:7) 

Você diz: “Eu não tenho talento suficiente”
Deus diz: “Eu te dou sabedoria” (I Corintos 1:30) 

Você diz: “Não tenho fé”
Deus diz: “Eu dei a cada um uma medida de fé” (Romanos 12:3)

Você diz: “Eu me sinto só e desamparado”
Deus diz: “Eu nunca te deixarei nem desampararei”


A humildade é andar na verdade

agosto 27, 2013

Recebi um email de um sacerdote amigo com uma linda reflexão, que partilho com vocês agora.

Abraço fraterno,

Fabiana.

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Estamos iniciando o mês de setembro, o mês da Bíblia, da Palavra de Deus. O Livro Sagrado dos cristãos que é uma biblioteca de setenta e três volumes, divididos em duas eras: judaica e cristã, antes de Cristo e depois de Cristo, Antigo e Novo Testamento. Certamente é o Livro mais lido, mais traduzido, mais conhecido e presente na maioria dos lares cristãos. Nossa Família tem a Bíblia e a lemos?

A primeira leitura de hoje é tirada do Livro Eclesiástico, tem o mesmo tema do Evangelho: “Quanto mais importante fores, deves humilhar-te e encontrarás graça diante do Senhor. Porque é grande o poder do Senhor e os humildes cantam a sua glória”. Este é o caminho mais seguro para a realização pessoal e para a felicidade humana do que o orgulho e a vaidade. É muito triste quando se vive da aparência, de títulos, de poder, de influência… Infelizmente ainda não aprendemos a pedagogia de Jesus, que lavou os pés dos seus discípulos e que veio para servir.

A humildade autêntica não está na moda, nem nunca estará, porque é vista como atitude dos fracos, dos vencidos, dos superados. O mundo é para os fortes, vencedores, vitoriosos, conquistadores, mesmo que seja só de títulos e de aparência. O êxito dos triunfadores tornou-se o padrão de comportamento, por isso os primeiros lugares atraem sempre os olhar e o desejo de todos. Os corredores de Formula 1 sonham com a primeira fila da largada, assim é a conduta pedagógica dentro da família, o filho tem que ser o primeiro em tudo, a qualquer preço e custo.

A humildade é andar na verdade, e não na aparência da mentira. Hoje ouvimos Jesus dizer: “Quem se exalta será humilhado e quem se humilha será exaltado”. A insistência com que se repete nos evangelhos e nos discursos de Jesus de que a verdade e a santidade estão na humildade do servir. A palavra humildade deriva do latim, humilis, que provem de húmus=terra. É a nossa origem, nossa pequenez, é a condição de toda criatura: ser pó da terra.

O texto de hoje nos lembra da oração de Maria no Magnificat: “O Senhor exaltou os humildes e derrubou os poderosos…”. A Eucaristia é o momento em que todos são iguais, sem distinção de raça e poder, de ser o primeiro ou o último. Todos tem o mesmo direito de participar do banquete eucarístico, porque não somos nós que vamos a Jesus, por sermos indignos, mas é Ele que vem a nós, na simplicidade da aparência do Pão, o Pão descido do Céu.

Frei Sergio Pagan OFM


A história de um pequeno ser humano

agosto 2, 2013

jeromeNa JMJ 2013 no Rio Janeiro, um pequeno gesto me chamou a atenção… Cada jovem ao receber o seu kit de peregrino, recebeu também um rico e valioso presente:Uma belíssima cartilha elaborada pela Comissão Nacional da Pastoral Familiar – CNPF, chamada“Chaves para a bioética”. Este “livreto” foi elaborado em parceria com a Fontadion Jérôme Lejeune, fundada em hora deste grande geneticista que descobriu a causa do chamado “mongolismo”. Este homem recebeu em 1964 a primeira cátedra de genética fundamental na Faculdade de Medicina de Paris. Vale a pena ressaltar que a cátedra em questão foi criada especialmente para ele.

Jérôme Lejeune na medida que estudava as causas de deficiências intelectuais de origem genética, apaixonou-se pelos seus pacientes ao ponto de tornar-se um firme defensor da vida. Em 1974, ele foi nomeado pelo Papa Paulo VI para a pontifícia Academia de Ciências. Dentre outros títulos, vale a pena destacar a sua eleição para a Academia das Ciências morais e políticas na França (1994), o título de doutor honoris causa da Universidade de Navarra (Pamplona, Espanha) e a Presidência da Pontifícia Academia para a vida, criada pelo saudoso Beato João Paulo II. Faleceu em 1997 enquanto acontecia a JMJ de Paris.

No ano de 1996 a Fundação Jérôme Lejeune foi reconhecida como de grande utilidade pública para a humanidade.

Durante um bom período estarei publicando aqui no blog Dominus Vobiscum trechos desta cartilha que nada mais é do que a visão da Igreja Católica Apostólica Romana sobre questões polêmicas como o aborto e o uso de células embrionárias. Sei que muita gente que não concorda com a visão da Igreja vai ler e refutar os artigos escritos. Mas o objetivo é antes de tudo, mostrar aos católicos o que a Igreja diz. Se cada um vai se unir a Igreja de Cristo ou não, dai já não posso fazer muita coisa. Só penso que antes de criticar é importante ler e refletir. Espero de coração que vocês gostem e reflitam…

A história humana começa na fecundação

A grande questão acerca do aborto precisa antes de tudo passar por perguntas prévias e importantes como esta: quando de fato começa a vida? Na visão da biologia (ciência que estuda a vida), uma nova vida humana começa no momento em que as informações conduzidas pelo espermatozoide se reúnem com às conduzidas pelo ovócito. Para os biólogos, neste exato momento é determinado o patrimônio genético de uma pessoa, inclusive seu sexo. Não se trata de uma teoria, mas de um primeiro estágio de desenvolvimento de alguém que um dia terá um nome como eu e você, porém naquele momento, ainda não está plenamente desenvolvido.

O zigoto é o primeiro estágio do embrião, onde se reúnem 23 cromossomos da mãe e os 23 cromossomos do pai. O seu tamanho é de 0,15 mm. Com 24 horas, o embrião já começa a se dividir, ou seja, já não é mais uma célula, mas duas que com o tempo irão se multiplicando e assim manifestando a nova vida.  Com 48 horas, já existem 4 células e com 72 horas, 8 células. Tudo vai acontecendo de forma ordenada (bonito ver como as coisas criadas por Deus são ordenadas). Com quatro dias o nascituro já está do tamanho de uma pequena amora e entre o 5º e 7º ocorre a nidação no útero materno. Com 21 dias, por meio da ecografia o coração do bebê já pode ser ouvido. Com dois meses, já é possível distinguir os dedos, a boca, o nariz, as orelhas, os olhos e até as pálpebras!

No terceiro mês a ciência já não chama mais aquele ser humano de embrião, mas de feto. Ele pode mexer as mãos e já podemos inclusive saber seu sexo.

Como se vê, o embrião é um organismo vivo, um ser vivo, um ser humano em potencial. Este pequeno ser, mesmo em seu primeiro dia de vida, já é dotado de um patrimônio genético humano mas está indefeso e frágil. A Igreja que se preocupa com a vida, também se preocupa com as frágeis vidas humanas que estão em desenvolvimento. Será que estas vidas não tem o direito de serem defendidas?

Fases do desenvolvimento embrionário (da 3ª a 8ª semana)

Falando sobre a gravidez

Gravidez é o estado da mulher em que o feto se desenvolve dentro da mãe (Dicionário Caldas Aulete). É importante que você saiba que desde o momento da concepção (fecundação), a mulher já é considerada grávida, pois é a partir desta data que se contam os meses para o nascimento da criança.

Como se vê, já existe vida ao primeiro dia de gravidez. Talvez você me diga que é apenas uma célula. Sim, é verdade. Porém uma célula viva que já não faz mais parte do corpo da mãe. Está na mãe, mas não é parte do corpo dela. Agora pense comigo: Se um dia encontrarem uma célula viva em outro planeta, esta terá um grande valor para a humanidade. Porém infelizmente uma célula gerada no corpo de uma mulher, um ser humano como eu e você, em nosso planeta, já corre risco de morte.

Até a próxima!

Dominus Vobiscum