Dica de filme – Madre Teresa de Calcutá

março 16, 2012

Bom Dia queridos do meu blog!

Hoje minha sugestão de filme para assistirmos nesse fim de semana é o filme: MADRE TERESA, que retrata um pouco da história dessa grande mulher que fez a diferença no mundo ajudando o seu próximo sem olhar religião, nível social ou étnico. Ela tinha os olhos de Jesus que vê a todos e não faz distinção a ninguém.

Espero que gostem e que se tornem devotos e imitadores diante desse lindo testemunho de vida. Que o seu exemplo alcance nosso corações e nossas ações!

Um ótimo fim de semana a todos!

Fraternalmente,

Fabiana Paula

 

Sinopse

Uma vida devotada aos pobres, aos doentes e aos esquecidos Conhecida como “a santa dos pobres mais pobres”, Inês Gonxha Bojaxhiu nasceu em Skopja, capital da atual república da Macedônia. Aos 21 anos, mudando seu nome para Teresa, ingressou em um Convento de Calcutá. Onze anos mais tarde deixaria o mesmo e começaria a trabalhar nos bairros mais pobres da cidade, vindo a fundar em 1946, a Congregação das Missionárias da Caridade. Seu papel em favor dos mais necessitados rendeu a Madre Tereza o Prêmio Nobel da Paz e o reconhecimento de seu trabalho no mundo. Neste sensível e humano filme, o diretor Fabrizio Costa mostra a dedicação, a luta e a intolerância sofrida pela missionária, que foi beatificada pelo Vaticano.

Informações Técnicas
Título no Brasil: Madre Teresa
Título Original: Madre Teresa
País de Origem: Espanha / Reino Unido / Itália
Gênero: Drama
Classificação etária: 12 anos
Tempo de Duração: 180 minutos
Ano de Lançamento: 2003
Site Oficial:
Estúdio/Distrib.: Flashstar
Direção: Fabrizio Costa.


Dica de filme – O Céu de Outubro

fevereiro 25, 2012

Oi gente, Boa Noite!

Hoje indico um filme maravilhoso que traz uma mensagem de otimismo, esperança, superação e de muita perseverança.

O que estão esperando? Podem assistir e vou ficar aguardando os comentários…

Abraço fraterno e um ótimo fim de semana!

Fabiana

O Céu de Outubro

Sinopse

No final dos anos 50, o adolescente Homer Hickam (Jake Gyllenhaal) vive em uma cidade onde a mineração é a maior empregadora local. Ao saber que os russos colocaram o satélite Sputnik em órbita, Homer começa a sonhar em também colocar um foguete seu em órbita. Logo ele convence alguns amigos a participarem do projeto e, com o apoio de uma professora, dá início ao projeto que irá mudar sua vida para sempre.

Título original: (October Sky)

Lançamento: 1999 (EUA)

Direção: Joe Johnston

Atores: Jake GyllenhaalChris CooperLaura Dern, Chris Owen.

Duração: 114 min

Gênero: Drama


“Aborto” filme/documentário “180″

fevereiro 17, 2012

Oi gente,

Essa semana o assunto do aborto voltou à tona quando em meio a tantas decisões políticas para melhorar a vida da população são esquecidas, novamente o tema da liberdade em escolher o “aborto”, volta a ser propagado, com sérias possíbilidades de aprovação.

Não podemos nos calar diante desse absurdo. Precisamos escolher nossos governantes e os princípios cristãos são funsamentais para a nossa escolha.

Partilho com vocês um documentário interessantíssimo e espero que nos ajude a refletir e a fazer com que muitos reflitam na grande barbárie que é o matança de um inocente.

Engraçado que a lei a “palmada” foi aprovada, então entendemos que não podemos dar bater em uma criança(o que realmente é um absurdo), mas não entendo, como pode-se ainda pensar na possibilidade do aborto…

Segue abaixo um pouco do que consta no documentário e espero que seja útil e acrescente novas idéias e reafirme os pensamentos que nós cristãos temos a cerca do tema.

Prestem atenção nas respostas das pessoas, da maneira como cada uma lida com a idéia da vida, da morte e da justiça.

Assistam todo o documentário, que está dividido em três partes.

Fraternalmente,

Fabiana Paula

 

Um filme com cenas do Holocausto e argumento contra o aborto tornou-se um fenômeno do YouTube, com 1.3 milhões de acessos.

O documentário de 33 minutos fala da relação entre o Holocausto com o aborto legalizado, comparando a matança de milhares de vidas inocentes nos dois episódios. Jovens entrevistados no filme pelo narrador Ray Comfort são forçados a fazer a conexão do extermínio de judeus com a aceitação pela sociedade atual da morte de crianças não nascidas, o que os fazem repensarem seus conceitos e se oporem ao aborto.

“180o. é um passeio em uma montanha-russa de emoções, você observa as pessoas serem colocadas em um dilema moral, quando questionados se eles poderiam enterrar judeus vivos (algo que aconteceu na 2 ª Guerra Mundial)”, disse Comfort.

Segundo ele, esse é um teste de quanto as pessoas valorizam a vida humana. Comfort aponta a ignorância de um dos momentos mais obscuros da história humana que inevitavelmente resulta na desvalorização da vida, o que configura uma repetição do Holocausto.

Comfort espera que o filme chegue a diversas escolas. Só no mês passado, foram distribuídas de 180 a 200 mil cópias do DVD às 100 melhores universidades dos EUA. Agora o autor, que é um pastor judeu messiânico, está voltando a distribuição também ao Ensino Médio.

Comfort relata que nas filmagens para o filme, gravou 14 entrevistas com pessoas que pensavam que Hitler era um comunista, um ator, ou mesmo nunca tinham ouvido falar nele. “Esses jovens são bastante ignorantes quanto ao período que talvez seja o mais obscuro da história humana, porque o sistema educacional norte-americano é falho”.

O filme tem ajudado muitos jovens a mudarem suas opiniões. Em uma sala de aula, iniciou-se uma discussão sobre se eles achavam que o aborto poderia ser uma escolha, se a criança é saudável ou se a gravidez foi causada por um estupro. Uma vez relacionado o assunto a Hitler, as opiniões mudaram. O filme fez com que todos os estudantes afirmassem que o aborto deveria ser ilegal


Dica de filme

fevereiro 11, 2012

Oi gente!

Vai mais uma dica para o fim de semana. Essa semana(dia 08/02), nossa liturgia comemorou o dia de Santa Bakhita, por isso minha sugestão de filme para esse fim de semana é o:

Sinopse: Uma mensagem de amor, misericórdia e bondade. O ano é 1948 e Aurora Martin chega ao convento de Canossian aonde Bakhita acabou de morrer e acaba recordando a incrível vida e mulher que cuidou dela quando menina. Nascida em uma vila no Sudão, seqüestrada por traficantes e vendida a Frederico Martin, um mercador italiano. De volta à Itália, Bahkita se torna baba de Aurora, que perdeu sua mãe no nascimento. Mesmo com uma violenta oposição dos camponeses e moradores locais, Bakhita abraça a fé católica graças ao Padre Antonio. Contrariado, Frederico Martin não aceita, pois a considera sua propriedade, e agora vai caçá-la a fim de trazê-la de volta.

 

 

 

 

 

Josephine Bakhita, Instituto das Filhas da Caridade de Canossa
Nascida em 1869, Olgossa, Darfur, Sudan
Falecida em 8 de fevereiro de 1947, Itália
Venerada na Igreja Católica Apostólica
Beatificada 17 de maio de 1992 pelo Papa João Paulo II
Canonizada 1o outubro 2000, Basílica de São Pedro, Roma, pelo Papa João Paulo II
Festa 8 de fevereiro
Padroeira Sudão

Josephine Bakhita (1869 – 8 de fevereiro de 1947) foi uma freira católica de origem africana, que viveu e exerceu o ministério religioso na Itália durante 45 anos.  Em outubro de 2000 foi declarada santa pela Igreja Católica.

Infância

Bakhita nasceu em uma importante família de Olgossa, aldeia situada na região de Darfur, oeste do Sudão.  Seu pai era irmão de um chefe tribal.  Aos nove anos foi raptada por traficantes árabes de escravos e durante os próximos oito anos foi vendida e revendida cinco vezes nos mercados de El Obeid e Khartoum.  O trauma provocado pelo rapto levou-a a esquecer seu próprio nome e o nome pelo qual a conhecemos é composto pelo nome a ela dado pelos traficantes de escravos (bakhita, termo árabe que significa sorte) e o nome cristão que ela adotou na vida adulta.  Foi também obrigada a converter-se ao Islam.

Sua vida como escrava

Bakhita sofreu muitas brutalidades durante o cativeiro.  Certa ocasião o filho de seu senhor espancou-a tanto que ela passou um mês incapacitada de levantar-se de seu colchão de palha.  Recordou mais tarde que a mais aterrorizante lembrança foi a de seu quarto senhor, um oficial do exército otomano, que mandou marcá-la e aos demais escravos como sua propriedade, por meio de um procedimento que se assemelhava à escarificação e à tatuagem.  Em suas memórias, escritas em italiano muito anos mais tarde, ela evoca o momento em que um prato com farinha, um prato com sal e uma navalha foram trazidos por uma mulher, que desenhou padrões em sua pele e então fez cortes profundos, seguindo as linhas traçadas, aplicando nas feridas sal e farinha para garantir cicatrizes permanentes.  Mais de sessenta padrões foram cortados em seu peito, barriga e braços.

Conversão

Seu último senhor foi um diplomata italiano, Callisto Legnani.  Ele e seu amigo, Augusto Michieli, compraram-na e a levaram para a Itália.  Ela tornou-se babá da filha de Michieli, Mimmina.  Em 1888 ou 1889 Bakhita foi deixada sob os cuidados das Irmãs de Canossa, em Veneza, enquanto a família Michieli se mudou, a negócios, para o Mar Vermelho.  Ela foi batizada em 1890.

Liberdade

Quando os Michieli voltaram para buscar a filha deles e Bakhita, esta última não quis acompanhá-los.  A sra. Michieli tentou forçar a situação, mas a diretora da escola que Bakhita e Mimmina haviam frequentado em Veneza queixou-se às autoridades.  Um tribunal italiano decidiu que, como o Sudão havia tornado ilegal a escravidão antes do nascimento de Bakhita, e como a lei italiana de modo algum reconhecia a escravidão, ela, na verdade, jamais havia sido escrava.  Agora Bakhita atingia a maioridade e achava-se, pela primeira vez na vida, controlando de seu próprio destino.  Escolheu permanecer com as Irmãs de Canossa.

Freira

Em 1896 Bakhita juntou-se permanentemente às irmãs e, em 1902, foi designada para um estabelecimento religioso em Schio [3], na província de Vicenza, norte da Itália, onde passou o resto da vida.  O único período prolongado que passou longe de Schio foi entre 1935 e 1938, quando ajudou a preparar jovens freiras para trabalhar na África.

Durante os 45 anos de permanência em Schio, Josephine foi habitualmente designada para exercer a função de porteira e, assim, estava em frequente contato com a comunidade local.  Sua gentileza, a voz calma, o constante sorriso se tornaram muito conhecidos e os moradores de Vicenza até hoje a ela se referem como la nostra madre moretta (a nossa freira moreninha).  Seu carisma especial e sua reputação de santidade foram notados por sua ordem religiosa e ela foi instruída a publicar suas memórias e a fazer palestras sobre suas experiências, o que a tornou famosa em toda a Itália.  Seus últimos anos foram marcados pela dor e pela doença, mas ela conservou suas boas disposições e, sempre que lhe perguntavam como estava, Bakhita sorria e respondia “como o Senhor deseja”.

Doença e morte

Em seus derradeiros dias suas recordações se voltaram para os anos de escravidão e, em delírio, ela gritava: “Por favor, afrouxem os grilhões… eles são tão pesados”.  Josephine morreu no dia 8 de fevereiro de 1947.  Durante três dias seu corpo ficou exposto e milhares de pessoas foram prestar-lhe a última homenagem.

Legado e canonização

Os pedidos de canonização começaram imediatamente e o processo se iniciou em 1959, apenas doze anos após suas morte.  Em 1o de dezembro de 1978 o Papa João Paulo II declarou Josephine Venerabilis, o primeiro passo da canonização.  Em 17 de maio de 1992 foi declarada Beata e o dia 8 de fevereiro foi designado como o dia de sua festa.  Em 1o de outubro de 2000 foi canonizada e tornou-se Santa Josephine Bakhita.  É venerada como uma santa africana moderna e como santa de especial relevância para a escravidão e a opressão.  Foi proclamada santa padroeira do Sudão.


Dica para o fim de semana

fevereiro 4, 2012

Oi gente linda!

Segue minha dica para o fim de semana. Assistam ao filme : O outro lado do céu”, segue a sinopse.

Sinopse

John Groberg (Christopher Gorham) é um jovem missionário que, nos anos 50, embarca em uma longa viagem juntamente com os nativos da ilha Tongan, deixando para trás a noiva e sua família. Ao longo de sua viagem ele escreve cartas para sua noiva, relatando suas aventuras para sobreviver em uma terra desconhecida. Ao mesmo tempo Groberg conhece a cultura local e faz amigos nos 3 anos que passa longe de casa.