Deus tem uma resposta

agosto 28, 2013

flores lindas

Você diz: “Isso é impossível” 

Deus diz: “Tudo é possível” (Lucas 18:27) 

Você diz: “Eu já estou cansado”
Deus diz: “Eu te darei o repouso” (Mateus 11:28-30)

Você diz: “Ninguém me ama de verdade”
Deus diz: “Eu te amo” (João 3:16 & João 13:34)

Você diz: “Não tenho condições”
Deus diz: “Minha graça é suficiente” (II. Corintos 12:9) 

Você diz: “Não vejo saída”
Deus diz: “Eu guiarei teus passos” (Provérbios 3:5-6) 

Você diz: “Eu não posso fazer”
Deus diz: “Você pode fazer tudo” (Filipenses 4:13) 

Você diz: “Estou angustiado”
Deus diz: “Eu te livrarei da angustia” (Salmos 90:15) 

Você diz: “Não vale a pena”
Deus diz: “Tudo vale a pena” (Romanos 8:28) 

Você diz: “Eu não mereço perdão”
Deus diz: “Eu te perdôo” (I Epistola de São João 1:9 & Romanos 8:1) 

Você diz: “Não vou conseguir”
Deus diz: “Eu suprirei todas as suas necessidades” (Filipenses 4:19) 

Você diz: “Estou com medo”
Deus diz: “Eu não te dei um espírito de medo” (II. Timóteo 1:7) 

Você diz: “Estou sempre frustrado e preocupado”
Deus diz: “Confiai-me todas as suas preocupações” (I Pedro 5:7) 

Você diz: “Eu não tenho talento suficiente”
Deus diz: “Eu te dou sabedoria” (I Corintos 1:30) 

Você diz: “Não tenho fé”
Deus diz: “Eu dei a cada um uma medida de fé” (Romanos 12:3)

Você diz: “Eu me sinto só e desamparado”
Deus diz: “Eu nunca te deixarei nem desampararei”

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A humildade é andar na verdade

agosto 27, 2013

Recebi um email de um sacerdote amigo com uma linda reflexão, que partilho com vocês agora.

Abraço fraterno,

Fabiana.

siga-me

Estamos iniciando o mês de setembro, o mês da Bíblia, da Palavra de Deus. O Livro Sagrado dos cristãos que é uma biblioteca de setenta e três volumes, divididos em duas eras: judaica e cristã, antes de Cristo e depois de Cristo, Antigo e Novo Testamento. Certamente é o Livro mais lido, mais traduzido, mais conhecido e presente na maioria dos lares cristãos. Nossa Família tem a Bíblia e a lemos?

A primeira leitura de hoje é tirada do Livro Eclesiástico, tem o mesmo tema do Evangelho: “Quanto mais importante fores, deves humilhar-te e encontrarás graça diante do Senhor. Porque é grande o poder do Senhor e os humildes cantam a sua glória”. Este é o caminho mais seguro para a realização pessoal e para a felicidade humana do que o orgulho e a vaidade. É muito triste quando se vive da aparência, de títulos, de poder, de influência… Infelizmente ainda não aprendemos a pedagogia de Jesus, que lavou os pés dos seus discípulos e que veio para servir.

A humildade autêntica não está na moda, nem nunca estará, porque é vista como atitude dos fracos, dos vencidos, dos superados. O mundo é para os fortes, vencedores, vitoriosos, conquistadores, mesmo que seja só de títulos e de aparência. O êxito dos triunfadores tornou-se o padrão de comportamento, por isso os primeiros lugares atraem sempre os olhar e o desejo de todos. Os corredores de Formula 1 sonham com a primeira fila da largada, assim é a conduta pedagógica dentro da família, o filho tem que ser o primeiro em tudo, a qualquer preço e custo.

A humildade é andar na verdade, e não na aparência da mentira. Hoje ouvimos Jesus dizer: “Quem se exalta será humilhado e quem se humilha será exaltado”. A insistência com que se repete nos evangelhos e nos discursos de Jesus de que a verdade e a santidade estão na humildade do servir. A palavra humildade deriva do latim, humilis, que provem de húmus=terra. É a nossa origem, nossa pequenez, é a condição de toda criatura: ser pó da terra.

O texto de hoje nos lembra da oração de Maria no Magnificat: “O Senhor exaltou os humildes e derrubou os poderosos…”. A Eucaristia é o momento em que todos são iguais, sem distinção de raça e poder, de ser o primeiro ou o último. Todos tem o mesmo direito de participar do banquete eucarístico, porque não somos nós que vamos a Jesus, por sermos indignos, mas é Ele que vem a nós, na simplicidade da aparência do Pão, o Pão descido do Céu.

Frei Sergio Pagan OFM


Vergonha para o Brasil

agosto 2, 2013

Aborto

A presidente Dilma Rousseff sancionou nesta quinta-feira (1º), sem vetos, projeto de lei que determina o atendimento obrigatório e imediato no Sistema Único de Saúde (SUS) a vítimas de violência sexual, segundo informou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha. A lei entra em vigor em 90 dias.

Com a sanção, Dilma manteve no projeto um trecho que foi alvo de polêmica entre religiosos por obrigar hospitais a prestarem serviço de “profilaxia da gravidez” a mulheres que foram abusadas.

De acordo com o projeto, todos os hospitais da rede pública serão obrigados a oferecer, de forma imediata, entre outros serviços, a “profilaxia da gravidez”, termo que, de acordo com o Ministério da Saúde, refere-se ao uso da chamada “pílula do dia seguinte”. A medicação evita a fecundação do óvulo (em até 72 horas após a relação sexual) e não tem poder para interromper uma gestação.

Segue abaixo o post do blog do Padre Joãozinho sobre esse triste acontecimento.

No calor dos debates pedi a uma pessoa da área do direito que fizesse uma análise semântica e jurídica da expressão “profilaxia da gravidez”. Uma vez que a Presidente Dilma sancionou integralmente o PL 03/2013 contra o pedido da CNBB de veto parcial, cabe garantir que honre, ao menos, o sentido preciso da ambígua expressão “profilaxia da gravidez”. Este artigo surgiu depois uma conversa e a convite do meu amigo João Carlos Almeida (Padre Joãozinho, scj), após a qual resolvi escrever devido ao tramite do Projeto de Lei 03/2013, autoria da deputada federal Iara Bernardi do PT/SP[1], que traz em seu art. 3º, IV, a expressão “profilaxia da gravidez”, que vem sendo interpretada como “aborto permitido”. Na verdade o projeto de lei visa a tornar obrigatório o atendimento emergencial às vítimas de violência sexual no SUS – Sistema Único de Saúde.

Durante esta conversa surgiu a seguinte duvida: será que a palavra “profilaxia” empregada na futura lei não poderia ser interpretada como aborto permitido no Brasil?

No direito, a interpretação nada mais é que buscar o efetivo alcance da norma, ou seja, procurar descobrir aquilo que ela tem a nos dizer com a maior precisão possível, sendo que os meios empregados para a interpretação são: 1) literal ou gramatical, que se preocupa simplesmente com o significado das palavras; 2) a teleológica, que visa alcançar a finalidade da lei, aquilo que ela se destina regular; 3) a sistêmica, que interpreta a norma legal como um todo e não somente para as partes; 4) a histórica, na qual o interprete da norma busca fundamentos de sua criação e momento pelo qual a sociedade atravessa.

Ora, o vocábulo “profilaxia” tem significado médico de conjunto das precauções higiênicas que devem tomar-se para evitar uma doença ou um contágio[2].

Logo, trazendo para dentro do contexto do Projeto de Lei 03/2013 e usando as técnicas de interpretação acima, temos que a palavra profilaxia foi usada corretamente no contexto médico de forma a tratar e prevenir doenças infectocontagiosas que as mulheres vítimas do estupro não venham a sofrer, tais como: DST, AIDS, hepatite etc. e logicamente não inclui a gravidez, pois não se trata de doença.

Hoje o aborto, art. 124 do Código Penal[3], é crime com pena prevista de 1 a 3 anos de prisão, e somente casos previstos na lei não são considerados crimes.

Na nossa constituição e no direito penal brasileiro temos o princípio da legalidade que afirma que um crime só existe se a lei previr que aquela conduta é criminosa. “Não há crime sem lei anterior que o defina, nem pena sem prévia cominação legal.” (art. 5º, XXXIX da CF/88 e art. 1º do CP, respectivamente).

Para que um crime deixe de existir é necessário que uma lei diga que aquela conduta tipificada não é considerada mais como infração penal. Foi o que aconteceu, por exemplo, com o crime de adultério que era previsto no art. 240 do Código Penal brasileiro e hoje não é mais considerado como um delito contra o casamento.

No PL 03/2013 não há revogação do crime de aborto, fazendo com que deixe de ser crime. A finalidade do projeto de lei é unicamente dar tratamento médico para as doenças que as vítimas de violência sexual venham a adquirir, podendo até prejudicar o desenvolvimento normal de uma gestação devido ao surgimento de alguma doença adquirida pela violência. Isto sim é a “profilaxia da gravidez”. Tudo isso e só isso. O que ultrapassa é eufemismo que não cabe nos termos da lei.

Contudo para que haja a legalização do aborto, o texto do projeto de lei já mencionado deve trazer menção em artigo próprio, como manda a boa técnica legislativa, que tal conduta punida estaria fora do rol dos crimes, como aconteceu com o crime de adultério que foi revogado pela Lei 11.106/05 em seu art. 5º: “Ficam revogado o art. 240 do decreto lei 2.848/40[4].” E não é o que ocorre com o caso em questão, pois não há intenção do legislador em descriminalizar o aborto, já que não incluiu artigo que revogasse os artigos que incriminam tal pratica, continuando em vigente os crimes de aborto.


[1] http://www.senado.gov.br/atividade/materia/detalhes.asp?p_cod_mate=111416

[2] http://www.priberam.pt/dlpo/default.aspx?pal=profilaxia

[3] http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/del2848compilado.htm

[4] http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2005/lei/l11106.htm


Obrigada Papa Francisco!

agosto 2, 2013

Vivemos dias intensos na Jornada Mundial da Juventude. Milhões de pessoas oriundas de diversas partes do mundo, unidas num só propósito de unidade e fraternidade, unidas para ouvir a voz de nosso pastor, pai, irmão, amigo…

Para mim foi uma experiência única, já tinha ido a outras jornadas, mas essa foi especial porque foi no Brasil, na nossa terrinha e sendo a primeira visita apostólica do nosso querido Papa Francisco ainda teve uma alegria maior.

Segue o discurso que muito me emocionou durante a Via Sacra com os jovens. O Papa se foi, mas ficou em todos os nossos corações.

Até breve Papa Francisco, nós te amamos!

Fraternalmente,

Fabiana Paula

Brasão do Papa
Viagem Apostólica ao Brasil 

Via Sacra com os jovens
Praia de Copacabana
Sexta-feira, 26 de julho de 2013

Queridos jovens,

Viemos hoje acompanhar Jesus no seu caminho de dor e de amor, o caminho da Cruz, que é um dos momentos fortes da Jornada Mundial da Juventude. No final do Ano Santo da Redenção, o Bem-aventurado João Paulo II quis confiá-la a vocês, jovens, dizendo-lhes: «Levai-a pelo mundo, como sinal do amor de Jesus pela humanidade e anunciai a todos que só em Cristo morto e ressuscitado há salvação e redenção» (Palavras aos jovens [22 de abril de 1984]: Insegnamenti VII,1(1984), 1105). A partir de então a Cruz percorreu todos os continentes e atravessou os mais variados mundos da existência humana, ficando quase que impregnada com as situações de vida de tantos jovens que a viram e carregaram. Ninguém pode tocar a Cruz de Jesus sem deixar algo de si mesmo nela e sem trazer algo da Cruz de Jesus para sua própria vida. Nesta tarde, acompanhando o Senhor, queria que ressoassem três perguntas nos seus corações: O que vocês terão deixado na Cruz, queridos jovens brasileiros, nestes dois anos em que ela atravessou seu imenso País? E o que terá deixado a Cruz de Jesus em cada um de vocês? E, finalmente, o que esta Cruz ensina para a nossa vida?

1. Uma antiga tradição da Igreja de Roma conta que o Apóstolo Pedro, saindo da cidade para fugir da perseguição do Imperador Nero, viu que Jesus caminhava na direção oposta e, admirado, lhe perguntou: «Para onde vais, Senhor?». E a resposta de Jesus foi: «Vou a Roma para ser crucificado outra vez». Naquele momento, Pedro entendeu que devia seguir o Senhor com coragem até o fim, mas entendeu sobretudo que nunca estava sozinho no caminho; com ele, sempre estava aquele Jesus que o amara até o ponto de morrer na Cruz. Pois bem, Jesus com a sua cruz atravessa os nossos caminhos para carregar os nossos medos, os nossos problemas, os nossos sofrimentos, mesmo os mais profundos. Com a Cruz, Jesus se une ao silêncio das vítimas da violência, que já não podem clamar, sobretudo os inocentes e indefesos; nela Jesus se une às famílias que passam por dificuldades, que choram a perda de seus filhos, ou que sofrem vendo-os presas de paraísos artificiais como a droga; nela Jesus se une a todas as pessoas que passam fome, num mundo que todos os dias joga fora toneladas de comida; nela Jesus se une a quem é perseguido pela religião, pelas ideias, ou simplesmente pela cor da pele; nela Jesus se une a tantos jovens que perderam a confiança nas instituições políticas, por verem egoísmo e corrupção, ou que perderam a fé na Igreja, e até mesmo em Deus, pela incoerência de cristãos e de ministros do Evangelho. Na Cruz de Cristo, está o sofrimento, o pecado do homem, o nosso também, e Ele acolhe tudo com seus braços abertos, carrega nas suas costas as nossas cruzes e nos diz: Coragem! Você não está sozinho a levá-la! Eu a levo com você. Eu venci a morte e vim para lhe dar esperança, dar-lhe vida (cf. Jo 3,16).

2. E assim podemos responder à segunda pergunta: o que foi que a Cruz deixou naqueles que a viram, naqueles que a tocaram? O que deixa em cada um de nós? Deixa um bem que ninguém mais pode nos dar: a certeza do amor inabalável de Deus por nós. Um amor tão grande que entra no nosso pecado e o perdoa, entra no nosso sofrimento e nos dá a força para poder levá-lo, entra também na morte para derrotá-la e nos salvar. Na Cruz de Cristo, está todo o amor de Deus, a sua imensa misericórdia. E este é um amor em que podemos confiar, em que podemos crer. Queridos jovens, confiemos em Jesus, abandonemo-nos totalmente a Ele (cf. Carta enc. Lumen fidei, 16)! Só em Cristo morto e ressuscitado encontramos salvação e redenção. Com Ele, o mal, o sofrimento e a morte não têm a última palavra, porque Ele nos dá a esperança e a vida: transformou a Cruz, de instrumento de ódio, de derrota, de morte, em sinal de amor, de vitória e de vida. O primeiro nome dado ao Brasil foi justamente o de «Terra de Santa Cruz». A Cruz de Cristo foi plantada não só na praia, há mais de cinco séculos, mas também na história, no coração e na vida do povo brasileiro e não só: o Cristo sofredor, sentimo-lo próximo, como um de nós que compartilha o nosso caminho até o final. Não há cruz, pequena ou grande, da nossa vida que o Senhor não venha compartilhar conosco.

3. Mas a Cruz de Cristo também nos convida a deixar-nos contagiar por este amor; ensina-nos, pois, a olhar sempre para o outro com misericórdia e amor, sobretudo quem sofre, quem tem necessidade de ajuda, quem espera uma palavra, um gesto; ensina-nos a sair de nós mesmos para ir ao encontro destas pessoas e lhes estender a mão. Tantos rostos acompanharam Jesus no seu caminho até a Cruz: Pilatos, o Cireneu, Maria, as mulheres… Também nós diante dos demais podemos ser como Pilatos que não teve a coragem de ir contra a corrente para salvar a vida de Jesus, lavando-se as mãos. Queridos amigos, a Cruz de Cristo nos ensina a ser como o Cireneu, que ajuda Jesus levar aquele madeiro pesado, como Maria e as outras mulheres, que não tiveram medo de acompanhar Jesus até o final, com amor, com ternura. E você como é? Como Pilatos, como o Cireneu, como Maria? Queridos jovens, levamos as nossas alegrias, os nossos sofrimentos, os nossos fracassos para a Cruz de Cristo; encontraremos um Coração aberto que nos compreende, perdoa, ama e pede para levar este mesmo amor para a nossa vida, para amar cada irmão e irmã com este mesmo amor. Assim seja!


Continua a crescer o número de católicos no mundo

junho 15, 2013

Oi gente, Paz e Bem!

Li esse artigo no site dos jovens conectados e achei legal compartilhar com vocês.

Graças a Deus, somos muitos no mundo e crescemos a cada dia e o mais legal e que a cada dia nasce mais consciência e desejo de viver com verdade e coerência a fé católica.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

No dia 14 de Maio de 2013, a Agência de Comunicações Zenit.org, de Roma, transmitiu ao mundo que o cardeal Tarcisio Bertone, secretário de Estado do Vaticano, e Dom Angelo Becciu, substituto para os Assuntos Gerais, apresentaram ao Papa Francisco o Anuário Pontifício 2013e o Anuário Estatístico da Igreja 2011. Estes dois textos são muito importantes, pois trazem os dados estatísticos da presença da Igreja Católica no Mundo. Creio ser bom recordar que no dia 02 de Janeiro de 2013, a mesma Agência de Comunicações Zenit.org publicara os resultados de 2010, afirmando que os Católicos no mundo estavam aumentando.

Agora em maio, ressaltando que a redação dos novos Anuários teve a coordenação de Dom Vittorio Formenti, responsável pelo Escritório Central de Estatísticas da Igreja, do professor Enrico Nenna e de outros colaboradores, como o complexo trabalho de impressão dos dois volumes que foi acompanhado pelo Pe. Sergio Pellini, SDB, diretor geral da Tipografia Vaticana, aZenit.org já adiantou que os dois volumes estarão à venda em breve nas livrarias.

O texto da Zenit.org igualmente afirmava que o Santo Padre o Papa Francisco agradecia pelo trabalho realizado, mostrando grande interesse pelos dados ilustrados e expressando viva gratidão a todos os profissionais que contribuíram para a nova edição dos dois anuários. E eu apresento agora este mesmo texto que a Zenit.org nos forneceu para que os nossos agentes de pastorais e movimentos também possam ter acesso a este material a partir do Jornal Arquidiocesano “Testemunho de Fé” e não fiquem com uma imagem tão negativa do presente momento da vida da Igreja e, mais ainda, para que nos empenhemos ainda mais por acolher osJovens que virão do Mundo todo para a JMJ Rio 2013. Sei que ler dados nem sempre é uma coisa muito agradável, mas peço o empenho de todos, pois vale a pena ter conhecimento destes dados mais positivos a respeito da vida de nossa Igreja hoje.

 Os dados trazem novidades sobre a vida da Igreja Católica no Mundo até a eleição do papa Francisco. Durante este período, foram criadas 11 novas dioceses, 2 ordinariados pessoais, 1 vicariato apostólico e 1 prefeitura apostólica, 1 prelazia territorial foi promovida a diocese, e 2 exarcados apostólicos foram elevados a eparquias.

As estatísticas, referindo-se ao ano de 2011, destacam aspectos relevantes sobre a presença e o ministério da Igreja Católica nas 2.979 circunscrições eclesiásticas de todo o planeta, como o fato de que os católicos no mundo passaram de 1,196 bilhão em 2010 para 1,214 bilhão em 2011, aumento de 1,5%. O crescimento é ligeiramente maior que o da população da Terra (1,23%), o que faz com que a presença dos católicos no mundo permaneça substancialmente inalterada (17,5%).

A análise territorial das variações no período mostra um aumento de 4,3% na quantidade de católicos na África, continente que aumentou a sua população em 2,3%. NaÁsia também houve um aumento de católicos superior ao da população (2,0% contra 1,2%). Na América e na Europa, verificou-se crescimento igual de católicos e da população (0,3%). Em 2011, o número total de católicos batizados ficou assim distribuído por continentes: 16% na África, 48,8% nas Américas, 10,9% na Ásia, 23,5% na Europa e 0,8% na Oceania.

número de bispos no mundo aumentou de 5.104 em 2010 para 5.132 em 2011, aumento relativo de 0,55%. O aumento aconteceu particularmente na Oceania (4,6%) e na África (1%), enquanto a Ásia e a Europa ficaram ligeiramente acima da média mundial. A América não registrou variações. Apesar das diferentes dinâmicas, no entanto, a distribuição dos bispos por continente se manteve praticamente estável ao longo do último biênio, com a América e aEuropa ainda representando sozinhas quase 70% do total.

A presença de sacerdotes, tanto diocesanos como religiososaumentou na última década, passando de 405.067 em 31 de dezembro de 2001 para 413.418 em 31 de dezembro de 2011 (2,1%). Esta evolução, porém, não foi uniforme nas diferentes áreas geográficas. A dinâmica do número de padres na África e na Ásia é reconfortante, com 39,5% e 32% de crescimento, respectivamente (e com aumento de mais de 3.000 sacerdotes, somando os dois continentes, apenas em 2011), enquanto a América permanece com cerca de 122 mil sacerdotes. A Europa, em contraste com a média global, sofreu na última década uma redução de mais de 9%.

Os diáconos permanentes estão crescendo tanto globalmente quanto em cada continente, passando de mais de 29.000 em 2001 para cerca de 41.000 uma década depois, uma variação de mais de 40%. A Europa e a América registram os números mais significativos e a tendência evolutiva mais intensa. Os diáconos da Europa, que eram pouco mais de 9.000 em 2001, chegaram a quase 14 mil em 2011, um incremento de mais de 43%. Na América, eles passaram de 19.100 em 2001 para mais de 26.000 em 2011. Estes dois continentes, sozinhos, representam 97,4% do total global, com os restantes 2,6% divididos entre ÁfricaÁsia e Oceania.

O grupo de religiosos professos não sacerdotes consolidou-se na última década, situando-se em pouco mais de 55 mil em 2011. Na África e na Ásia, as variações são de 18,5% e de 44,9%, respectivamente. Em 2011, esses dois continentes, juntos, representavam mais de 36% do total (eram menos de 28% em 2001). Em contraste, o grupo composto por Europa (com variação de -18%), América (-3,6%) e Oceania (-21,9%) se reduziu em quase 8 pontos percentuais durante a última década.

Para as religiosas professas, a tendência é de forte diminuição, com contração de 10% entre 2001 e 2011. O número total de religiosas professas caiu de 792 mil em 2001 para pouco mais de 713 mil, dez anos mais tarde. A queda concentrou-se em três continentes (EuropaAmérica eOceania), com variações significativas (-22% na Europa, -21% na Oceania e -17% na América). Na África e na Ásia, o aumento foi consistente, superior a 28% no primeiro continente e a 18% no segundo. Por conseguinte, a fração de religiosas professas na África e na Ásia aumentoude 24,4% para cerca de 33% no total mundial, em contraponto à Europa e à América, ondecaíram de 74% para 66% do total.

Os candidatos ao sacerdócio no mundo, diocesanos e religiosos, passaram de 112.244 em 2001 para 120.616 em 2011, um aumento de 7,5%. A evolução foi muito diferente nos vários continentes. África (30,9%) e Ásia (29,4%) apresentaram dinâmicas evolutivas vibrantes, masEuropa e América registraram um declínio de 21,7% e de 1,9%, respectivamente. Como resultado, observa-se uma redução da contribuição europeia ao crescimento potencial do número de sacerdotes, com uma quota que passa de 23,1% para 16,8%, em contraste com a expansão dos continentes africano e asiático.

Colaboração do Pe. Waldecir Gonzaga

Fonte:http://www.jovensconectados.org.br/continua-a-crescer-o-numero-de-catolicos-no-mundo.html


O coração é meu , mas meu rosto é do outro!

setembro 21, 2012



Oi gente, Paz e Bem ao coração de vocês!

Perdão pela longa demora em postar uma mensagem aqui no blog. Gosto muito de escrever, mas as vezes tenho tempo e não estou tão “inspirada”  e outras vezes sinto uma inspiração, um desejo de escrever algo e não tenho tempo hábil.

Mas, estou eu hoje aqui para partilhar algo que é desafiante e tento colocar como um dos propósitos de minha vida:

TRATAR BEM AS PESSOAS!

Foi Jesus que nos ensinou a tratarmos bem as pessoas, sabiam disso?

“Tudo o que quereis que os homens vos façam, fazei vós a eles”(Mat 7.12)

Foi o que Jesus nos ensinou, é a regra de ouro ensinada por nosso Mestre!

Imagine-se entrando em uma lugar e sendo mal recebido, mal tratado, ou tratado com indiferença, desinteresse, frieza, etc. Quem nunca se sentiu “invisível” em algum lugar? Quem já foi tratado assim sabe o que estou falando e como machuca a gente…

Agora imagine-se sendo bem recebido em algum lugar, sendo bem tratado, sentindo-se alguém importante e de valor. Recebendo um sorriso, uma saudação, atenção, entuasismo, interesse, solicitude,etc.

E essa pergunta quero agora lhe fazer

De qual forma  você gostaria de ser tratado?

Com certeza todos queremos ser tratados com educação e dignidade…

O que acontece é que muitas vezes estamos passando por problemas e situações que nos desestabilizam, nos deixam desesperados, magoados, feridos e não sabemos lidar com essas sensações, com esses sentimentos. Muitas vezes “descontamos” nos outros nossas insatisfações e amarguras, nosso mau humor, nossas decepções e frustrações e esquecemos que na maioria das vezes essa pessoas que recebem nosso negativismo não tem culpa alguma…

Muitas vezes conhecemos pessoas simpáticas, gentis, educadas, sorridentes e pensamos: “nossa! ela é tão alegre, tão feliz, não deve ter problema algum em sua vida, pois se ela passasse o que eu passo, com certeza não estaria assim tão feliz…” Mas, isso é um engano, pois esquecemos que todos passamos por dificuldades e que aquela pessoa tão legal, tão simpática,muitas vezes está passando uma crise, uma grande tribulação, uma doença, uma noite escura na alma, mas ela entendeu que  para o outro devo sempre dar o melhor… o  melhor sorriso, a melhor atenção, a melhor gentileza… Alguém já me disse que seria uma grande falsidade estar chateado e com raiva e estar alegre e sorridente e aí está o coração do grande desafio de sermos de Deus, de abraçarmos o Evangelho de Jesus. Aí entra a regra de ouro que vimos acima… Tratarmos os outros como gostaríamos de ser tratados.

Por isso aqui na Comunidade Obra de Maria aprendermos o seguinte:

O coração é meu, mas o rosto é do irmão!!!

Ou seja, por mais que esteja chateado devo resolver minhas crises sem afetar o outro que passa por mim, mas ao contrário devo sempre deixar boas lembranças nas pessoas que cruzam meu caminho.

Termino com esse lindo pensamento da minha amada Teresinha que diz o que realmente sinto que deva ser nosso seguimento a Jesus.

Abraço fraterno,

Fabiana

“Quando estivermos nos sentindo mergulhados na escuridão e continuarmos a falar de luz, a falar de alegria, quando tiver a impressão de morte e continuar a falar de vida, a amar o próximo, a servir os outros, alguém pode pensar que é fingimento, mas saibam que isso sim é SEGUIR JESUS”

(Santa Teresinha do Menino Jesus e da Sagrada Face) 


Pensamento do dia

junho 29, 2012

“Enquanto estiver vivo, sinta-se vivo. Se sentir saudades do que fazia, volte a fazê-lo. Não viva de fotografias amareladas… Continue, quando todos esperam que desistas. Não deixe que enferruje o ferro que existe em você. Faça com que em vez de pena, tenham respeito por você. Quando não conseguir correr através dos anos, trote. Quando não conseguir trotar, caminhe. Quando não conseguir caminhar, use uma bengala. Mas nunca se detenha”.

( Madre Teresa de Calcutá)