Dia Mundial da Paz

janeiro 1, 2012

Olá meus queridos do blog, hoje dia 01 de janeiro é o dia mundial da Paz e o Santo Padre o Papa Bento XVI trouxe a todo o mundo católico uma linda mensagem de amor e esperança.

É linda, leiam, vale a pena, tenho certeza que será uma leitura edificante e muito propícia para ser lida no primeiro dia do ano.

Abraço fraterno,
Fabiana Paula

EDUCAR OS JOVENS PARA A JUSTIÇA E A PAZ

1. O INÍCIO DE UM NOVO ANO, dom de Deus à humanidade, induz-me a desejar a todos, com grande confiança e estima, de modo especial que este tempo, que se abre diante de nós, fique marcado concretamente pela justiça e a paz.

Com qual atitude devemos olhar para o novo ano? No salmo 130, encontramos uma imagem muito bela. O salmista diz que o homem de fé aguarda pelo Senhor « mais do que a sentinela pela aurora » (v. 6), aguarda por Ele com firme esperança, porque sabe que trará luz, misericórdia, salvação. Esta expectativa nasce da experiência do povo eleito, que reconhece ter sido educado por Deus a olhar o mundo na sua verdade sem se deixar abater pelas tribulações. Convido-vos a olhar o ano de 2012 com esta atitude confiante. É verdade que, no ano que termina, cresceu o sentido de frustração por causa da crise que aflige a sociedade, o mundo do trabalho e a economia; uma crise cujas raízes são primariamente culturais e antropológicas. Quase parece que um manto de escuridão teria descido sobre o nosso tempo, impedindo de ver com clareza a luz do dia.

Mas, nesta escuridão, o coração do homem não cessa de aguardar pela aurora de que fala o salmista. Esta expectativa mostra-se particularmente viva e visível nos jovens; e é por isso que o meu pensamento se volta para eles, considerando o contributo que podem e devem oferecer à sociedade. Queria, pois, revestir a Mensagem para o XLV Dia Mundial da Paz duma perspectiva educativa: « Educar os jovens para a justiça e a paz », convencido de que eles podem, com o seu entusiasmo e idealismo, oferecer uma nova esperança ao mundo.

A minha Mensagem dirige-se também aos pais, às famílias, a todas as componentes educativas, formadoras, bem como aos responsáveis nos diversos âmbitos da vida religiosa, social, política, económica, cultural e mediática. Prestar atenção ao mundo juvenil, saber escutá-lo e valorizá-lo para a construção dum futuro de justiça e de paz não é só uma oportunidade mas um dever primário de toda a sociedade.

Trata-se de comunicar aos jovens o apreço pelo valor positivo da vida, suscitando neles o desejo de consumá-la ao serviço do Bem. Esta é uma tarefa, na qual todos nós estamos, pessoalmente, comprometidos.

As preocupações manifestadas por muitos jovens nestes últimos tempos, em várias regiões do mundo, exprimem o desejo de poder olhar para o futuro com fundada esperança. Na hora actual, muitos são os aspectos que os trazem apreensivos: o desejo de receber uma formação que os prepare de maneira mais profunda para enfrentar a realidade, a dificuldade de formar uma família e encontrar um emprego estável, a capacidade efectiva de intervir no mundo da política, da cultura e da economia contribuindo para a construção duma sociedade de rosto mais humano e solidário.

É importante que estes fermentos e o idealismo que encerram encontrem a devida atenção em todas as componentes da sociedade. A Igreja olha para os jovens com esperança, tem confiança neles e encoraja-os a procurarem a verdade, a defenderem o bem comum, a possuírem perspectivas abertas sobre o mundo e olhos capazes de ver « coisas novas » (Is 42, 9; 48, 6).

Os responsáveis da educação

2. A educação é a aventura mais fascinante e difícil da vida. Educar – na sua etimologia latina educere – significa conduzir para fora de si mesmo ao encontro da realidade, rumo a uma plenitude que faz crescer a pessoa. Este processo alimenta-se do encontro de duas liberdades: a do adulto e a do jovem. Isto exige a responsabilidade do discípulo, que deve estar disponível para se deixar guiar no conhecimento da realidade, e a do educador, que deve estar disposto a dar-se a si mesmo. Mas, para isso, não bastam meros dispensadores de regras e informações; são necessárias testemunhas autênticas, ou seja, testemunhas que saibam ver mais longe do que os outros, porque a sua vida abraça espaços mais amplos. A testemunha é alguém que vive, primeiro, o caminho que propõe.

E quais são os lugares onde amadurece uma verdadeira educação para a paz e a justiça? Antes de mais nada, a família, já que os pais são os primeiros educadores. A família é célula originária da sociedade. « É na família que os filhos aprendem os valores humanos e cristãos que permitem uma convivência construtiva e pacífica. É na família que aprendem a solidariedade entre as gerações, o respeito pelas regras, o perdão e o acolhimento do outro ».[1] Esta é a primeira escola, onde se educa para a justiça e a paz.

Vivemos num mundo em que a família e até a própria vida se vêem constantemente ameaçadas e, não raro, destroçadas. Condições de trabalho frequentemente pouco compatíveis com as responsabilidades familiares, preocupações com o futuro, ritmos frenéticos de vida, emigração à procura dum adequado sustentamento se não mesmo da pura sobrevivência, acabam por tornar difícil a possibilidade de assegurar aos filhos um dos bens mais preciosos: a presença dos pais; uma presença, que permita compartilhar de forma cada vez mais profunda o caminho para se poder transmitir a experiência e as certezas adquiridas com os anos – o que só se torna viável com o tempo passado juntos. Queria aqui dizer aos pais para não desanimarem! Com o exemplo da sua vida, induzam os filhos a colocar a esperança antes de tudo em Deus, o único de quem surgem justiça e paz autênticas.

Quero dirigir-me também aos responsáveis das instituições com tarefas educativas: Velem, com grande sentido de responsabilidade, por que seja respeitada e valorizada em todas as circunstâncias a dignidade de cada pessoa. Tenham a peito que cada jovem possa descobrir a sua própria vocação, acompanhando-o para fazer frutificar os dons que o Senhor lhe concedeu. Assegurem às famílias que os seus filhos não terão um caminho formativo em contraste com a sua consciência e os seus princípios religiosos.

Possa cada ambiente educativo ser lugar de abertura ao transcendente e aos outros; lugar de diálogo, coesão e escuta, onde o jovem se sinta valorizado nas suas capacidades e riquezas interiores e aprenda a apreciar os irmãos. Possa ensinar a saborear a alegria que deriva de viver dia após dia a caridade e a compaixão para com o próximo e de participar activamente na construção duma sociedade mais humana e fraterna.

Dirijo-me, depois, aos responsáveis políticos, pedindo-lhes que ajudem concretamente as famílias e as instituições educativas a exercerem o seu direito-dever de educar. Não deve jamais faltar um adequado apoio à maternidade e à paternidade. Actuem de modo que a ninguém seja negado o acesso à instrução e que as famílias possam escolher livremente as estruturas educativas consideradas mais idóneas para o bem dos seus filhos. Esforcem-se por favorecer a reunificação das famílias que estão separadas devido à necessidade de encontrar meios de subsistência. Proporcionem aos jovens uma imagem transparente da política, como verdadeiro serviço para o bem de todos.

Não posso deixar de fazer apelo ainda ao mundo dos media para que prestem a sua contribuição educativa. Na sociedade actual, os meios de comunicação de massa têm uma função particular: não só informam, mas também formam o espírito dos seus destinatários e, consequentemente, podem concorrer notavelmente para a educação dos jovens. É importante ter presente a ligação estreitíssima que existe entre educação e comunicação: de facto, a educação realiza-se por meio da comunicação, que influi positiva ou negativamente na formação da pessoa.

Também os jovens devem ter a coragem de começar, eles mesmos, a viver aquilo que pedem a quantos os rodeiam. Que tenham a força de fazer um uso bom e consciente da liberdade, pois cabe-lhes em tudo isto uma grande responsabilidade: são responsáveis pela sua própria educação e formação para a justiça e a paz.

Educar para a verdade e a liberdade

3. Santo Agostinho perguntava-se: « Quid enim fortius desiderat anima quam veritatem – que deseja o homem mais intensamente do que a verdade? ».[2] O rosto humano duma sociedade depende muito da contribuição da educação para manter viva esta questão inevitável. De facto, a educação diz respeito à formação integral da pessoa, incluindo a dimensão moral e espiritual do seu ser, tendo em vista o seu fim último e o bem da sociedade a que pertence. Por isso, a fim de educar para a verdade, é preciso antes de mais nada saber que é a pessoa humana, conhecer a sua natureza. Olhando a realidade que o rodeava, o salmista pôs-se a pensar: « Quando contemplo os céus, obra das vossas mãos, a lua e as estrelas que Vós criastes: que é o homem para Vos lembrardes dele, o filho do homem para com ele Vos preocupardes? » (Sal 8, 4-5). Esta é a pergunta fundamental que nos devemos colocar: Que é o homem? O homem é um ser que traz no coração uma sede de infinito, uma sede de verdade – não uma verdade parcial, mas capaz de explicar o sentido da vida –, porque foi criado à imagem e semelhança de Deus. Assim, o facto de reconhecer com gratidão a vida como dom inestimável leva a descobrir a dignidade profunda e a inviolabilidade própria de cada pessoa. Por isso, a primeira educação consiste em aprender a reconhecer no homem a imagem do Criador e, consequentemente, a ter um profundo respeito por cada ser humano e ajudar os outros a realizarem uma vida conforme a esta sublime dignidade. É preciso não esquecer jamais que « o autêntico desenvolvimento do homem diz respeito unitariamente à totalidade da pessoa em todas as suas dimensões »,[3] incluindo a transcendente, e que não se pode sacrificar a pessoa para alcançar um bem particular, seja ele económico ou social, individual ou colectivo.

Só na relação com Deus é que o homem compreende o significado da sua liberdade, sendo tarefa da educação formar para a liberdade autêntica. Esta não é a ausência de vínculos, nem o império do livre arbítrio; não é o absolutismo do eu. Quando o homem se crê um ser absoluto, que não depende de nada nem de ninguém e pode fazer tudo o que lhe apetece, acaba por contradizer a verdade do seu ser e perder a sua liberdade. De facto, o homem é precisamente o contrário: um ser relacional, que vive em relação com os outros e sobretudo com Deus. A liberdade autêntica não pode jamais ser alcançada, afastando-se d’Ele.

A liberdade é um valor precioso, mas delicado: pode ser mal entendida e usada mal. « Hoje um obstáculo particularmente insidioso à acção educativa é constituído pela presença maciça, na nossa sociedade e cultura, daquele relativismo que, nada reconhecendo como definitivo, deixa como última medida somente o próprio eu com os seus desejos e, sob a aparência da liberdade, torna-se para cada pessoa uma prisão, porque separa uns dos outros, reduzindo cada um a permanecer fechado dentro do próprio “eu”. Dentro de um horizonte relativista como este, não é possível, portanto, uma verdadeira educação: sem a luz da verdade, mais cedo ou mais tarde cada pessoa está, de facto, condenada a duvidar da bondade da sua própria vida e das relações que a constituem, da validez do seu compromisso para construir com os outros algo em comum ».[4]

Por conseguinte o homem, para exercer a sua liberdade, deve superar o horizonte relativista e conhecer a verdade sobre si próprio e a verdade acerca do que é bem e do que é mal. No íntimo da consciência, o homem descobre uma lei que não se impôs a si mesmo, mas à qual deve obedecer e cuja voz o chama a amar e fazer o bem e a fugir do mal, a assumir a responsabilidade do bem cumprido e do mal praticado.[5] Por isso o exercício da liberdade está intimamente ligado com a lei moral natural, que tem carácter universal, exprime a dignidade de cada pessoa, coloca a base dos seus direitos e deveres fundamentais e, consequentemente, da convivência justa e pacífica entre as pessoas.

Assim o recto uso da liberdade é um ponto central na promoção da justiça e da paz, que exigem a cada um o respeito por si próprio e pelo outro, mesmo possuindo um modo de ser e viver distante do meu. Desta atitude derivam os elementos sem os quais paz e justiça permanecem palavras desprovidas de conteúdo: a confiança recíproca, a capacidade de encetar um diálogo construtivo, a possibilidade do perdão, que muitas vezes se quereria obter mas sente-se dificuldade em conceder, a caridade mútua, a compaixão para com os mais frágeis, e também a prontidão ao sacrifício.

Educar para a justiça

4. No nosso mundo, onde o valor da pessoa, da sua dignidade e dos seus direitos, não obstante as proclamações de intentos, está seriamente ameaçado pela tendência generalizada de recorrer exclusivamente aos critérios da utilidade, do lucro e do ter, é importante não separar das suas raízes transcendentes o conceito de justiça. De facto, a justiça não é uma simples convenção humana, pois o que é justo determina-se originariamente não pela lei positiva, mas pela identidade profunda do ser humano. É a visão integral do homem que impede de cair numa concepção contratualista da justiça e permite abrir também para ela o horizonte da solidariedade e do amor.[6]

Não podemos ignorar que certas correntes da cultura moderna, apoiadas em princípios económicos racionalistas e individualistas, alienaram das suas raízes transcendentes o conceito de justiça, separando-o da caridade e da solidariedade. Ora « a “cidade do homem” não se move apenas por relações feitas de direitos e de deveres, mas antes e sobretudo por relações de gratuidade, misericórdia e comunhão. A caridade manifesta sempre, mesmo nas relações humanas, o amor de Deus; dá valor teologal e salvífico a todo o empenho de justiça no mundo ».[7]

« Felizes os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados » (Mt 5, 6). Serão saciados, porque têm fome e sede de relações justas com Deus, consigo mesmo, com os seus irmãos e irmãs, com a criação inteira.

Educar para a paz

5. « A paz não é só ausência de guerra, nem se limita a assegurar o equilíbrio das forças adversas. A paz não é possível na terra sem a salvaguarda dos bens das pessoas, a livre comunicação entre os seres humanos, o respeito pela dignidade das pessoas e dos povos e a prática assídua da fraternidade ».[8] A paz é fruto da justiça e efeito da caridade. É, antes de mais nada, dom de Deus. Nós, os cristãos, acreditamos que a nossa verdadeira paz é Cristo: n’Ele, na sua Cruz, Deus reconciliou consigo o mundo e destruiu as barreiras que nos separavam uns dos outros (cf. Ef 2, 14-18); n’Ele, há uma única família reconciliada no amor.

A paz, porém, não é apenas dom a ser recebido, mas obra a ser construída. Para sermos verdadeiramente artífices de paz, devemos educar-nos para a compaixão, a solidariedade, a colaboração, a fraternidade, ser activos dentro da comunidade e solícitos em despertar as consciências para as questões nacionais e internacionais e para a importância de procurar adequadas modalidades de redistribuição da riqueza, de promoção do crescimento, de cooperação para o desenvolvimento e de resolução dos conflitos. « Felizes os pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus » – diz Jesus no sermão da montanha (Mt 5, 9).

A paz para todos nasce da justiça de cada um, e ninguém pode subtrair-se a este compromisso essencial de promover a justiça segundo as respectivas competências e responsabilidades. De forma particular convido os jovens, que conservam viva a tensão pelos ideais, a procurarem com paciência e tenacidade a justiça e a paz e a cultivarem o gosto pelo que é justo e verdadeiro, mesmo quando isso lhes possa exigir sacrifícios e obrigue a caminhar contracorrente.

Levantar os olhos para Deus

6. Perante o árduo desafio de percorrer os caminhos da justiça e da paz, podemos ser tentados a interrogar-nos como o salmista: « Levanto os olhos para os montes, de onde me virá o auxílio? » (Sal 121, 1).

A todos, particularmente aos jovens, quero bradar: « Não são as ideologias que salvam o mundo, mas unicamente o voltar-se para o Deus vivo, que é o nosso criador, o garante da nossa liberdade, o garante do que é deveras bom e verdadeiro (…), o voltar-se sem reservas para Deus, que é a medida do que é justo e, ao mesmo tempo, é o amor eterno. E que mais nos poderia salvar senão o amor? ».[9] O amor rejubila com a verdade, é a força que torna capaz de comprometer-se pela verdade, pela justiça, pela paz, porque tudo desculpa, tudo crê, tudo espera, tudo suporta (cf. 1 Cor 13, 1-13).

Queridos jovens, vós sois um dom precioso para a sociedade. Diante das dificuldades, não vos deixeis invadir pelo desânimo nem vos abandoneis a falsas soluções, que frequentemente se apresentam como o caminho mais fácil para superar os problemas. Não tenhais medo de vos empenhar, de enfrentar a fadiga e o sacrifício, de optar por caminhos que requerem fidelidade e constância, humildade e dedicação.

Vivei com confiança a vossa juventude e os anseios profundos que sentis de felicidade, verdade, beleza e amor verdadeiro. Vivei intensamente esta fase da vida, tão rica e cheia de entusiasmo.

Sabei que vós mesmos servis de exemplo e estímulo para os adultos, e tanto mais o sereis quanto mais vos esforçardes por superar as injustiças e a corrupção, quanto mais desejardes um futuro melhor e vos comprometerdes a construí-lo. Cientes das vossas potencialidades, nunca vos fecheis em vós próprios, mas trabalhai por um futuro mais luminoso para todos. Nunca vos sintais sozinhos! A Igreja confia em vós, acompanha-vos, encoraja-vos e deseja oferecer-vos o que tem de mais precioso: a possibilidade de levantar os olhos para Deus, de encontrar Jesus Cristo – Ele que é a justiça e a paz.

Oh vós todos, homens e mulheres, que tendes a peito a causa da paz! Esta não é um bem já alcançado mas uma meta, à qual todos e cada um deve aspirar. Olhemos, pois, o futuro com maior esperança, encorajemo-nos mutuamente ao longo do nosso caminho, trabalhemos para dar ao nosso mundo um rosto mais humano e fraterno e sintamo-nos unidos na responsabilidade que temos para com as jovens gerações, presentes e futuras, nomeadamente quanto à sua educação para se tornarem pacíficas e pacificadoras! Apoiado em tal certeza, envio-vos estas refl exões que se fazem apelo: Unamos as nossas forças espirituais, morais e materiais, a fim de « educar os jovens para a justiça e a paz ».

Vaticano, 8 de Dezembro de 2011.

BENEDICTUS PP XVI


O valor de um abraço!

dezembro 27, 2011

“Aproxime-se mais..
Tente sentir do que um abraço é capaz.
Quando bem apertado, ele ampara tristezas, combate incertezas, sustenta lágrimas, põe a nostalgia de lado.
É até capaz de diminuir o medo.
Se for cheio de ternura, ele guarda segredos, e jura cumplicidade.
Um abraço amigo de verdade divide alegrias e fica feliz em comemorar, o que quer que seja..
Abraços são pequenas orações de fé, de força,e energia.
Olhe para o lado:
Há sempre alguém que quer ser abraçado e não tem coragem de dizer. 
Abrace-o.
O pior que pode acontecer, é ganhar de volta um sorriso de carinho, ou quem sabe, uma palavra sincera.
Você vai descobrir que ninguém está sozinho 
e que a vida, poder ser um eterno céu de primavera.
Aproxime-se mais e tente sentir do que um abraço é capaz”…


Feliz Natal

dezembro 25, 2011

A todos vocês queridos amigos e leitores do meu blog, desejo um Feliz e Santo Natal com as bênçãos do Menino Jesus, pois estamos comemorando o aniversário de Jesus, Ele é o centro e o motivo dessa festa, então vivamos com alegria e esperança esse tempo tão especial e que possamos dar a Jesus os mais lindos e possíveis presentes. O que Jesus gostaria de ganhar?

Pense no presente que você pode dar a Jesus, Ele com certeza se alegrará com nosso coração contrito, humilhado e quebrantado.

Com atitudes concretas de perdão, reconciliação e cordialidade;

Com atitudes concretas de caridade, amor ao próximo e ajuda aos mais necessitados.

Que nesse Natal possamos ir além do “obvio” e alargar as fronteiras do nosso coração. Que o verdadeiro sentido do Natal seja o foco do nosso interesse e que nosso coração acolha a essência natalina e espalhe o perfume natalino por onde  passarmos!

Feliz Natal!!!!!!!!!!!!!

Fraternalmente,

Fabiana Paula


Deus age de diversas formas!

novembro 29, 2011

Oi gente, Paz e Bem!

Recebi esse texto e achei bem interessante. Espero que gostem!

Fraternalmente,

Fabiana

 


Um certo homem saiu em uma viagem de 
avião. Era um homem temente a Deus, e sabia que Deus o protegeria. 
Durante a viagem, quando sobrevoavam o mar um dos motores falhou e o 
piloto teve que fazer um pouso forçado no oceano.. 

Quase todos morreram, mas o homem 
conseguiu agarrar-se a alguma coisa que 
o conservasse em cima da água. 

Ficou boiando à deriva durante muito 
tempo até que chegou a uma ilha 
não habitada.

Ao chegar à praia, cansado, porém vivo, 
agradeceu a Deus por este livramento 
maravilhoso da morte. 

Ele conseguiu se alimentar de peixes e ervas.
Conseguiu derrubar algumas árvores e 
com muito esforço conseguiu construir 
uma casinha para ele. 

Não era bem uma casa, mas um abrigo 
tosco, com paus e folhas. Porém 
significava proteção. 

Ele ficou todo satisfeito e mais uma 
vez agradeceu a Deus, porque agora podia 
dormir sem medo dos animais selvagens 
que talvez pudessem existir na ilha.

Um dia, ele estava pescando e quando
terminou, havia apanhado muitos peixes. 
Assim com comida abundante, estava 
satisfeito com o resultado da pesca. 

Porém, ao voltar-se na direção de sua 
casa, qual tamanha não foi sua decepção, 
ao ver sua casa toda incendiada. 

Ele se sentou em uma pedra chorando 
e dizendo em prantos:

“Deus! Como é que o Senhor podia 
deixar isto acontecer comigo? 

O Senhor sabe que eu preciso muito desta 
casa para poder me abrigar, e o Senhor 
deixou minha casa se queimar todinha. 

Deus, o Senhor não tem compaixão de mim?”

Neste mesmo momento uma mão 
pousou no seu ombro e ele ouviu 
uma voz dizendo:

“Vamos rapaz?”

Ele se virou para ver quem estava 
falando com ele, e qual não foi sua surpresa 
quando viu em sua frente um marinheiro
todo fardado e dizendo:

“Vamos rapaz, nós viemos te buscar”

“Mas como é possível? 
Como vocês souberam que eu estava aqui?”

“Ora, amigo! Vimos os seus sinais 
de fumaça pedindo socorro. 

O capitão ordenou que o navio parasse 
e me mandou vir lhe buscar naquele 
barco ali adiante.” 

MORAL DA HISTÓRIA 

É comum nos sentirmos desencorajados 
e até mesmo desesperados quando as 
coisas vão mal. 

Mas Deus age em nosso benefício, 
mesmo nos momentos de dor e sofrimento. 

Lembrem-se: 
Se algum dia o seu único abrigo estiver 
em chamas, esse pode ser o sinal 
de fumaça que fará chegar até você 
a Graça Divina. 

Para cada pensamento negativo nosso, 
Deus tem uma resposta positiva.. 

Passe essa mensagem para as pessoas 
que você conhece e quer bem. 

Alguém pode estar precisando.

 

 


Estou de volta!

novembro 14, 2011

Olá povo de Deus!

Meus queridos leitores do blog, quanto tempo ausente, não é mesmo?

Foram muitos os motivos de minha ausência, entre eles as inúmeras atividades que tenho me dedicado nesses últimos tempos. Fiz duas viagens seguidas acompanhando grupos de peregrinação. Foi super cansativo,mas foram viagens abençoadas, valeu a pena o cansaço, a saudade de casa, porque as pessoas que viajaram gostaram muito e foi visível a ação de Deus no nosso meio. A última foi para França e Polônia e foi maravilhosa!

Quero dizer a todos que graças a Deus minha vida missionária tem sido muito abençoada com a confirmação de que realmente Deus me chama a Evangelizar e vai aos poucos mostrando as novas formas de evangelização que Ele quer me inspirar. De uma coisa eu tenho certeza: consumir-se pelo Senhor e dar o meu melhor a Ele, é a minha melhor escolha.

Tenho tentado, apesar de minhas imperfeições e limites, priorizar Jesus Cristo na minha vida. Espero que você busque Também em sua vida esse propósito. Doar nossa juventude, idade adulta, nosso tempo de qualidade, nosso melhor, dar aquilo que nos faltará, o mais precioso de nós é o caminho da entrega, da confiança e crescimento no amor misericordioso do Senhor!

Vou postar algumas fotos que ficarão na minha memória afetiva. Lembranças que a gente quer guardar pra sempre.

E continuamos juntos na caminhada, partilhando de nossa vida e caminhando com olhos voltados pra Ele, que nos conduz.

Abraço super fraterno,

Fabiana

 


De volta ao Brasil!

outubro 23, 2011

Oi gente, povo lindo de Deus!

Estou muito em dívida com vocês meus queridos leitores do blog!

Fiz uma peregrinação aos santuários marianos na Europa e estou de volta e nem deu pra avisar a vocês pelo corre-corre dos preparativos da peregrinação, que foi realmente um presente de Deus pra mim!

Estou de volta, mas dia 01 de novembro viajarei novamente, agora com o Ricardo e a Eliana Sá, para França e Polônia. Um encontro com Santa Teresinha e a Divina Misericórdia, vai demais!

Vou em missão pela agência, acompanhando o grupo e dando assistência aos nossos peregrinos.

Quero desejar uma maravilhosa semana e com lindas surpresas!

Fraternalmente,

Fabiana


Novena das Rosas

setembro 22, 2011

Bom Dia Povo de Deus!

Hoje começamos a Novena a Santa Teresinha, conhecida também como novena das rosas. Passaremos nove dias rezando e lembrando fatos e momentos da vida de Nossa querida santa. Coloquemos as intenções de nosso coração e busquemos como ela a pequena via da segurança sempre em Deus.

Vamos conhecer um pouco sobre sua vida e sua herança espiritual. Que você que ainda não tem devoção a Santa Teresinha, possa descobrir e se apaixonar por sua história e intense vida de santidade.

Fraternalmente,

Fabiana Paula

 

Aquarela que retrata Teresinha e sua mãe Zélia

Aquarela que retrata Teresinha e sua mãe Zélia

Santa Teresinha do Menino Jesus nasceu em Alençon (França), no dia 2 de janeiro de 1873, sendo batizada dois dias depois na igreja de Notre-Dame com o nome de Marie Françoise Thérèse. Seu pai, Louis Martin, relojoeiro e joalheiro, que aos 20 anos tentara ser monge da Ordem de São Bernardo, está perto dos 50 anos quando nasce sua nona filha. Sua mãe, Zélie Martin, famosa bordadeira do conhecido “ponto de Alençon”, gera Teresa aos 41 anos. Vítima de câncer, essa piedosa mulher falece no dia 28 de agosto de 1877.
A menina de Lisieux

Aos três anos, a pequena Teresa já está decidida a não recusar nada ao Bom Deus. Louis Martin transfere-se com as cinco filhas para a cidade de Lisieux, por sugestão do cunhado, Senhor Guérin. Os outros irmãos morreram ainda pequenos. Aí, cercada pelo carinho do pai que chama sua caçula de “minha rainha” e pela ternura das irmãs, Teresa recebe uma formação exigente e cheia de piedade. Suas irmãs se chamam Maria, Paulina, Leônia e Celina.

Na festa de Pentecostes de 1883, ela é milagrosamente curada de uma enfermidade através de um sorriso que lhe oferece a Virgem Maria. Educada pelas monjas beneditinas, até outubro de 1885, completa seus estudos em casa sob a orientação de Madame Papineau. Fez a primeira comunhão em 8 de maio de 1884, depois de uma intensa preparação. Este grande dia marca a “fusão” de Teresinha com Jesus.

No dia 14 de junho do mesmo ano recebe o sacramento da Crisma, muito consciente dos dons que lhe são implantados no coração. No Natal de 1886 vive uma profunda experiência espiritual, uma virada decisiva em sua vida, que ela chama de conversão: aos 13 anos, a menina chorosa e caprichosa, conforme seu próprio testemunho abandona os cueiros da infância. Supera a fragilidade emotiva conseqüente da perda da mãe e inicia uma corrida de gigante no caminho da perfeição.

Amanhã continuaremos com outros fatos de sua vida.

Façamos juntos agora a novena

Novena das rosas

Origem

O Reverendíssimo Padre Antônio Putingan, SJ, no dia 3 de dezembro de 1925, começou uma novena em honra de Santa Teresinha do Menino Jesus pedindo à milagrosa santa uma graça importante. Pediu o padre à Santa Teresinha que lhe desse um sinal de que a novena era ouvida, e este sinal seria receber uma rosa fresca e desabrochada de alguém.

Já idoso e doente, o Pe. Putingan escreveu, em fevereiro de 1926, de um quarto de hospital em Viena o que segue:

“No dia 3 de dezembro do ano passado comecei uma novena em honra à Santa Teresinha pedindo que me mimoseasse com uma rosinha, isto é, que alcançasse uma graça qualquer que ela julgasse útil e salutar para mim. Escolhi como oração para os nove dias, 24 “Glória ao Pai” em ação de graça por todos os benefícios que a Santíssima Trindade concedera à Santinha durante os 24 anos de sua vida.

Estava muito ansioso por saber se alcançaria realmente alguma graça. Por isso, pedi à Santa que me mandasse um sinal qualquer. Tomaria por sinal se ela, por exemplo, sugerisse a alguém a idéia de me oferecer uma bela rosa.

Esperei com grande curiosidade. E de fato, no terceiro dia da novena, apresenta-se uma senhorita, trazendo-me uma bonita rosa vermelha de haste comprida. Perguntei-lhe logo: “Como teve a idéia de trazer-me esta rosa?”

A jovem respondeu: “transcorrendo ontem, meu aniversário, trouxeram-me algumas rosas; pensei então que Vossa Reverendíssima talvez gostasse de ter uma nessa estação do ano.”

Pode ter sido acaso, mas jamais alguém se lembrara de me oferecer uma rosa, mormente no inverno, com neve copiosa e dez graus abaixo de zero.

No dia 24 de dezembro, comecei outra novena e pedi duas graças. Para a primeira não pedi sinal, porque devia eu mesmo sentir o efeito, mas solicitei-o para a segunda. Como sinal sugeri, desta vez, uma rosa branca. Ninguém sabia disto.

Eis que no quarto dia a irmã Vitalis entra no meu quarto com uma rosa branca na mão, dizendo: “Padre, trago-lhe este pequeno presente da Teresinha; ela lhe manda lembranças”. Todo alvoroçado pergunto: “Mas donde vem esta rosa?”

A irmã explica: “estava na capela, onde se acha uma estátua de Santa Teresinha. Não tenho o costume de ir ao altarzinho dela, mas hoje fui e vi que uma rosa caíra do altar. Lembrei-me então de Vossa Reverendíssima e vim trazer-lhe a rosa.”

O Pe. Putingan, alcançada as graças pedidas na novena, resolveu propagá-la em honra de Santa Teresinha, organizando em cada mês esta novena. Assim, no dia 9 a 17 de cada mês, todas as pessoas que desejarem fazer a novena unem as suas intenções às das pessoas que, na mesma época, fazem a novena, formando desta maneira, uma bela comunhão de orações.

A novena pode ser feita, individualmente, em família, ou em comunidade, incluindo em seus pedidos as intenções de todas as pessoas que fazem a novena ao mesmo tempo.

Novena

Reza-se diariamente durante a novena:

Santíssima Trindade, Pai, Filho e espírito Santo, eu Vos agradeço todos os favores e todas as graças com que enriquecestes a alma de vossa serva Santa Teresinha do Menino Jesus, durante os 24 anos que passou na terra.
E pelos méritos de tão querida Santinha, concedei-me a graça que ardentemente Vos peço (… faça aqui o pedido …) se for conforme a vossa santíssima vontade e para a salvação de minha alma.

Rezam-se em seguida:

24 vezes “Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo, assim como era no princípio, agora e sempre, por todos os séculos dos séculos. Amém!”

Pode-se acrescentar a cada “Glória ao Pai”, a jaculatória:

“Santa Teresinha do Menino Jesus, rogai por nós!”

E para finalizar:

Pai-Nosso

Ave Maria


Quanto custa ser de Jesus?

setembro 20, 2011

 

Oi gente, Boa Noite!

Faz tanto tempo que não escrevo pra vocês, isso por vários motivos, às vezes falta tempo, às vezes falta de inspiração, enfim, hoje encontro ocasião, vontade e um pouco de inspiração pra partilhar aquilo que está em meu coração, pois esse é o objetivo do meu blog. Fazer partilhas minhas, pessoais, mas ao mesmo tempo, partilhas que sejam enriquecedoras pra vocês que sempre lêem.

Agora a pouco estava pensando no seguimento de Jesus, que não é fácil segui-Lo como muitos pensam, mas também que Jesus nunca nos “iludiu”, Ele nos disse como seria: “Se alguém quiser me seguir, renuncie a si mesmo, tome a sua cruz e me siga.” (Mat 16.24) 

Ou seja, Jesus foi claro em nos ensinar que os seus seguidores deveriam saber que a cruz estaria presente em sua caminhada, que não seria um caminho só de flores, onde os problemas não existiriam, onde não haveria dor, onde viveríamos o tempo todo só em  alegrias… Em Mateus 10.38 disse Jesus: Quem não toma a sua cruz e não segue após mim, não é digno de mim.

Por isso tantos desistem da caminhada, se revoltam se frustram, se decepcionam, acham que porque estão no caminho do Senhor, sua vida será só festa, mas a vida prossegue em seu curso normal, ou seja, cheia de dificuldades, situações de conflito, desafiantes. Em outras ocasiões Ele disse: “Meu caminho é o da porta estreita”(Mt 7.13), ou seja, a porta larga cheia de facilidades não é a porta aberta por Jesus, a d’Ele é a estreita, onde precisamos nos fazer pequenos para poder entrar, onde nos desfazemos de nós mesmos, do nosso orgulho, de nossas vaidades para deixá-Lo ser o primeiro, o único a comandar e guiar o barco de nossa vida.

Com isso, não estou dizendo que nossa vida será só lamento ou tristeza, Não! Mas a dor, a tristeza, as tribulações para o cristão tem um significado diferente; transformamos a dor e as tristezas em amor, em motivo para continuar a caminhada, sabendo que as durezas da vida não são o fim, mas só um meio, a vida não acaba aí.

Ás vezes na vida precisamos renunciar a algo, a coisas que aparentemente doem, parece que aquilo nunca vai acabar, a gente se sente enfraquecido, mas mesmo assim continuamos caminhando, estamoslevando a cruz, mas somos fortalecidos pelo Senhor… No momento da “Via-Crúcis”, devemos lembrar de onde vem nossas forças… Você está vivendo por suas próprias forças? ou está buscando renovar suas forçam no Senhor? A Palavra de Deus ensina:

Os que esperam no Senhor renovarão as suas forças, subirão com asas como águias,

correrão e não se cansarão, caminharão e não se fatigarão…” (Is 40.31) 

Eu, por minhas próprias forças desanimo, me canso e penso que não vou conseguir continuar caminhando, mas quando busco no Senhor forças para a caminhada, encontro a força que preciso para prosseguir.

E o mais lindo de tudo, é saber que o Senhor nos dará a vitória, depois da cruz vem a ressurreição, então o tempo da “Via dolorosa” é necessário e faz parte, mas ao final, tudo terminará em ressurreição!

Confie, espero, reze e creia o Senhor está contigo, pois foi Ele mesmo que nos disse:

“No mundo tereis tribulações, mas coragem! Eu venci o mundo” (Jo 16.33).

Essa foi a ordem do Senhor, CORAGEM! Obedeçamos e sigamos confiantes em sua presença que nos fortalece e sustenta.

Fiquem com Deus e uma semana maravilhosa!

Fabiana Paula


Feliz dia do amigo!

julho 20, 2011
Amigos, presente de Deus!

Olá meus amigos, Feliz dia dos amigo!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Um amigo fiel é um remédio de vida e imortalidade; quem teme ao Senhor, achará esse amigo. (Eclo. 6 15-16)
 
Hoje é o dia do amigo e de forma especial aqui no meu blog quero agradecer a Deus pela vida de todos os meus amigos, pessoas que Deus colocou em minha vida para fazê-la melhor. A Palavra de Deus nos ensina como no versículo acima que aquele que teme o Senhor, que ama o Senhor, achará esse amigo, a Bíblia nos ensina que é remédio, bálsamo para nossa vida…
 
Entedemos assim uma das características do verdadeiro amigo: Ele é cura na vida do outro. Transmite coisas boas, verdades, valores e é presença ativa, concreta e real na vida do outro.
 
Quantas vezes nos decepcionamos com pessoas que julgávamos serem “amigas” e que de fato não são, pois existem as falsas amizades regadas de segundas intenções e realmente sabemos quem de fato é nosso amigo de verdade quando não temos mais nada para oferecer, o amigo de verdade é aquele que fica quando todos já se foram e a melhor forma de ganharmos esse amigo fiel, é estarmos ligados, lado-a-lado com o maior de todos os amigos: JESUS CRISTO.
 
Então vai essa dica pra você que quer encontrar amigos de verdade, busque o Senhor de todo o coraço e voc^pode ter certeza que encontrará bons e fiéis amigos.
 
Parabéns a vocês meus amigos, que Deus lhes abençoe e obrigada por fazerem a diferença em minha vida.
Fraternalmente,
Fabiana Paula

Viva a vida!

julho 19, 2011

Oi gente, Boa Noite!

É sempre maravilhoso ler matérias sobre a vida e de como muitas pessoas estão lutando, fazendo a sua parte para que a cada dia possamos entender que só Deus é o Senhor e autor da vida e da morte e que toda vida é um lindo Dom de Deus.

Deus os abençoe e uma feliz e santa semana!

A vida em primeiro lugar