Não basta dizer que é cristão, tem que haver gestos concretos!

junho 29, 2014

Bebe no útero

NÃO AO ABORTO. QUEM É CRISTÃO TEM QUE ABRAÇAR ESSA CAUSA!

LEIAM COM ATENÇÃO E COMPARTILHEM!

A Presidente Dilma reconheceu, em uma entrevista concedida ao jornal O Globo, no último dia 4 de junho, que a Lei 12.845 (a Lei do Cavalo de Tróia) tem como objetivo tornar obrigatória a realização de abortos em todo a rede do SUS. “Para realizar a interrupção legal da gestação, o estabelecimento deve seguir as normas técnicas de atenção humanizada ao abortamento do Ministério da Saúde e a legislação vigente”, disse a Presidente. “O gestor de saúde municipal ou estadual é o responsável por garantir e organizar o atendimento profissional para realizar o procedimento”, afirmou.
Graças ao empenho de milhares de cidadãos brasileiros e aos milhares de e-mails e telefonemas que chegaram à Câmara, 13 lideranças de partidos protocolaram na Câmara, nesse mesmo dia, o Requerimento de Urgência para que seja revogada a Lei do Cavalo de Tróia.
Temos agora todas as condições para revogar a infame Lei do Cavalo de Tróia, que criou, através da vigarice legislativa, as condições jurídicas para introduzir o aborto em toda a rede hospitalar brasileira.
Para tanto, pedimos a todos os que receberem esta mensagem que enviem uma cópia dela a toda a sua lista de contatos e telefonem, enviem faxes e e-mails à Presidência da Câmara, pedindo que coloque na pauta do Plenário da Câmara o Requerimento de Urgência 10.413/2014, para que o PL 6033/13, de autoria do deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que revoga a Lei do Cavalo de Tróia, seja imediatamente votado e aprovado.
Seguem abaixo os dados para contato com a Presidência da Câmara:

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Dep. Henrique Eduardo Alves
Telefone: (61) 3215-8000 / 8004 / 8005 / 8015 / 8016 / 8017 / 8018
Fax: (61) 3215-8044
E-mail: presidencia@camara.gov.br

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A história de um pequeno ser humano

agosto 2, 2013

jeromeNa JMJ 2013 no Rio Janeiro, um pequeno gesto me chamou a atenção… Cada jovem ao receber o seu kit de peregrino, recebeu também um rico e valioso presente:Uma belíssima cartilha elaborada pela Comissão Nacional da Pastoral Familiar – CNPF, chamada“Chaves para a bioética”. Este “livreto” foi elaborado em parceria com a Fontadion Jérôme Lejeune, fundada em hora deste grande geneticista que descobriu a causa do chamado “mongolismo”. Este homem recebeu em 1964 a primeira cátedra de genética fundamental na Faculdade de Medicina de Paris. Vale a pena ressaltar que a cátedra em questão foi criada especialmente para ele.

Jérôme Lejeune na medida que estudava as causas de deficiências intelectuais de origem genética, apaixonou-se pelos seus pacientes ao ponto de tornar-se um firme defensor da vida. Em 1974, ele foi nomeado pelo Papa Paulo VI para a pontifícia Academia de Ciências. Dentre outros títulos, vale a pena destacar a sua eleição para a Academia das Ciências morais e políticas na França (1994), o título de doutor honoris causa da Universidade de Navarra (Pamplona, Espanha) e a Presidência da Pontifícia Academia para a vida, criada pelo saudoso Beato João Paulo II. Faleceu em 1997 enquanto acontecia a JMJ de Paris.

No ano de 1996 a Fundação Jérôme Lejeune foi reconhecida como de grande utilidade pública para a humanidade.

Durante um bom período estarei publicando aqui no blog Dominus Vobiscum trechos desta cartilha que nada mais é do que a visão da Igreja Católica Apostólica Romana sobre questões polêmicas como o aborto e o uso de células embrionárias. Sei que muita gente que não concorda com a visão da Igreja vai ler e refutar os artigos escritos. Mas o objetivo é antes de tudo, mostrar aos católicos o que a Igreja diz. Se cada um vai se unir a Igreja de Cristo ou não, dai já não posso fazer muita coisa. Só penso que antes de criticar é importante ler e refletir. Espero de coração que vocês gostem e reflitam…

A história humana começa na fecundação

A grande questão acerca do aborto precisa antes de tudo passar por perguntas prévias e importantes como esta: quando de fato começa a vida? Na visão da biologia (ciência que estuda a vida), uma nova vida humana começa no momento em que as informações conduzidas pelo espermatozoide se reúnem com às conduzidas pelo ovócito. Para os biólogos, neste exato momento é determinado o patrimônio genético de uma pessoa, inclusive seu sexo. Não se trata de uma teoria, mas de um primeiro estágio de desenvolvimento de alguém que um dia terá um nome como eu e você, porém naquele momento, ainda não está plenamente desenvolvido.

O zigoto é o primeiro estágio do embrião, onde se reúnem 23 cromossomos da mãe e os 23 cromossomos do pai. O seu tamanho é de 0,15 mm. Com 24 horas, o embrião já começa a se dividir, ou seja, já não é mais uma célula, mas duas que com o tempo irão se multiplicando e assim manifestando a nova vida.  Com 48 horas, já existem 4 células e com 72 horas, 8 células. Tudo vai acontecendo de forma ordenada (bonito ver como as coisas criadas por Deus são ordenadas). Com quatro dias o nascituro já está do tamanho de uma pequena amora e entre o 5º e 7º ocorre a nidação no útero materno. Com 21 dias, por meio da ecografia o coração do bebê já pode ser ouvido. Com dois meses, já é possível distinguir os dedos, a boca, o nariz, as orelhas, os olhos e até as pálpebras!

No terceiro mês a ciência já não chama mais aquele ser humano de embrião, mas de feto. Ele pode mexer as mãos e já podemos inclusive saber seu sexo.

Como se vê, o embrião é um organismo vivo, um ser vivo, um ser humano em potencial. Este pequeno ser, mesmo em seu primeiro dia de vida, já é dotado de um patrimônio genético humano mas está indefeso e frágil. A Igreja que se preocupa com a vida, também se preocupa com as frágeis vidas humanas que estão em desenvolvimento. Será que estas vidas não tem o direito de serem defendidas?

Fases do desenvolvimento embrionário (da 3ª a 8ª semana)

Falando sobre a gravidez

Gravidez é o estado da mulher em que o feto se desenvolve dentro da mãe (Dicionário Caldas Aulete). É importante que você saiba que desde o momento da concepção (fecundação), a mulher já é considerada grávida, pois é a partir desta data que se contam os meses para o nascimento da criança.

Como se vê, já existe vida ao primeiro dia de gravidez. Talvez você me diga que é apenas uma célula. Sim, é verdade. Porém uma célula viva que já não faz mais parte do corpo da mãe. Está na mãe, mas não é parte do corpo dela. Agora pense comigo: Se um dia encontrarem uma célula viva em outro planeta, esta terá um grande valor para a humanidade. Porém infelizmente uma célula gerada no corpo de uma mulher, um ser humano como eu e você, em nosso planeta, já corre risco de morte.

Até a próxima!

Dominus Vobiscum


Aborto, uma violência moral e física

agosto 2, 2013

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Quem tem autoridade para dizer onde começa a vida é a Biologia, amparado pela embriologia, pela medicina fetal, isso nós já sabemos.

E é justamente a biologia que nos afirma que a única diferença entre cada um de nós e um óvulo fecundado é o TEMPO e a NUTRIÇÃO. Ou seja, isso é um dado científico.

A diferença é que eu tenho 30 anos e o feto tem 2 meses, 5 meses… ; Eu como arroz e feijão e o feto está em simbiose com a mãe por questões nutrientes, somente por isso.

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Nenhum ser humano é mais humano do que outro.

SER e HUMANIDADE são inatos, não são adquiridos.

Nenhum corpo vivo pode se tornar pessoa se já não for em essência.

O feto não se torna pessoa, ele é pessoa.

Nem defeito físico, que a criança tenha, nem tempo de fecundação, vai mudar isso. Se a vida começa na concepção, como é provado pela Biologiao aborto é matar uma vida. E uma vida indefesa.

Num aborto o feto morre de maneira dolorosa, ele tem sensibilidade à dor e isso foi mostrado pelo Dr.Bernad Nathanson no filme”Silent Scream“(O grito silêncioso).

O vídeo mostra o feto tentando se desviar do instrumento abortivo, acelerando os batimentos cardíacos quando o sugador o encontra.

Assim que seus membros foram arrancados, sua boca se abriu, o que deu origem ao nome do filme do Dr Nathanson.

Numa gestação, o agente ativo é o feto e o agente passivo é a mãe;

É o feto quem regula o líquido amniótico, é ele quem em última instância diz o momento de sair; Tanto é, que alguns abortos espontâneos acontecem porque o organismo da mãe entende a criança como um ser estranho. O que impede da criança não ser expulsa pelo organismo da mãe é justamente a cápsula protetora que o feto desenvolve.

E os abortistas ainda insistem em dizer que o feto é prolongamento do corpo da mulher!

Querem tratar o aborto como uma procedimento natural e trnaquilo, somente que Deus perdoasempre, os homens às vezes mas a natureza nunca.

Quanto a natureza cobra pelo aborto?

 

25% das mulheres que fizeram aborto freqüentam continuamente psiquiatria.

60% experimentam estress emocional pós aborto e desordem do estress pós traumático.

138% mais probabilidade de depressão comparando com as mulheres que mantem sua gravidez até o fim.

260% mais probabilidade em serem hospitalizadas para tratamentos psiquiátricos.

7 X mais propensas ao suicídio do que as outras mulheres

De 30 à 50% da mulheres que praticam o aborto ficam com alguma disfunção sexual.

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Além de:

  • Perfuração do útero

  • Embolia

  • Necrose

  • Cancro da mama(nº altíssimo) da cervical, do fígado.

  • Complicações numa gravidez futura.

  • Pancreatite

  • Endometrite

  • lacerações

    Etc.etc.etc….

A pessoa humana não é só físico, é mente, corpo, alma e espírito;

O problema é que querem tratar a questão do aborto como se ao retirar o feto, o problema da mulher estivesse resolvido.

Está muito claro as consequências do aborto para a mulher.

Outro argumento ridículo é o de que a legalização do aborto é questão de saúde pública.

A verdade é que todos aqueles que defendem o aborto escondem as consequências dele.

Os abortistas querem atacar a causa e não trabalhar o preventivo que é a legítima educação.

Aí a gente olha pra situação da saúde pública no Brasil: Hospital sem médico, sem equipamento pra fazer radiografias, filas quilométricas para o pobre ser atendido, falta de leito nos hospitais.

Falar que aprovar aborto no Brasil é questão de saúde pública é simplesmente ridículo.

Enquanto se quer legalizar o aborto com a desculpa de problema de saúde pública as mães que querem ter seus filhos não encontram leitos, não encontram médicos nos hospitais, mas encontram um caos na saúde pública.

São 2 anos pra uma mulher operar um mioma na rede pública, um caos. Coitados dos que dependem da rede pública. E agora querem nos convencer que legalizar o aborto é questão de saúde pública?

O aborto é a violência dos poderosos contra os indefesos, essa é a verdade.

.Fonte: Blog do Tiba: http://blog.cancaonova.com/tiba/2012/02/09/aborto-uma-violencia-moral-e-fisica/

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O Cético e o Lúcido…

agosto 2, 2013

Gêmeos

No ventre de uma mulher grávida estavam dois bebês.
O primeiro pergunta ao outro:
– Você acredita na vida após o nascimento?
– Certamente. Algo tem de haver após o nascimento.
– Talvez estejamos aqui principalmente porque nós precisamos nos preparar para o que seremos mais tarde.
– Bobagem, não há vida após o nascimento. Como verdadeiramente seria essa vida?
– Eu não sei exatamente, mas certamente haverá mais luz do que aqui.
– Talvez caminhemos com nossos próprios pés e comeremos com a boca.
– Isso é um absurdo! Caminhar é impossível.
– E comer com a boca? É totalmente ridículo! O cordão umbilical nos alimenta.
– Eu digo somente uma coisa: A vida após o nascimento está excluída – o cordão umbilical é muito curto.
– Na verdade, certamente há algo. Talvez seja apenas um pouco diferente do que estamos habituados a ter aqui.
– Mas ninguém nunca voltou de lá, depois do nascimento. O parto apenas encerra a vida.
– E, afinal de contas, a vida é nada mais do que a angústia prolongada na escuridão.
– Bem, eu não sei exatamente como será depois do nascimento, mas com certeza veremos a mamãe e ela cuidará de nós.
– Mamãe? Você acredita na mamãe? E onde ela supostamente está?
– Onde? Em tudo à nossa volta! Nela e através dela nós vivemos. Sem ela tudo isso não existiria.
– Eu não acredito! Eu nunca vi nenhuma mamãe, por isso é claro que não existe nenhuma.
– Bem, mas, às vezes, quando estamos em silêncio, você pode ouvi-la cantando ou sente como ela afaga nosso mundo.


Vergonha para o Brasil

agosto 2, 2013

Aborto

A presidente Dilma Rousseff sancionou nesta quinta-feira (1º), sem vetos, projeto de lei que determina o atendimento obrigatório e imediato no Sistema Único de Saúde (SUS) a vítimas de violência sexual, segundo informou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha. A lei entra em vigor em 90 dias.

Com a sanção, Dilma manteve no projeto um trecho que foi alvo de polêmica entre religiosos por obrigar hospitais a prestarem serviço de “profilaxia da gravidez” a mulheres que foram abusadas.

De acordo com o projeto, todos os hospitais da rede pública serão obrigados a oferecer, de forma imediata, entre outros serviços, a “profilaxia da gravidez”, termo que, de acordo com o Ministério da Saúde, refere-se ao uso da chamada “pílula do dia seguinte”. A medicação evita a fecundação do óvulo (em até 72 horas após a relação sexual) e não tem poder para interromper uma gestação.

Segue abaixo o post do blog do Padre Joãozinho sobre esse triste acontecimento.

No calor dos debates pedi a uma pessoa da área do direito que fizesse uma análise semântica e jurídica da expressão “profilaxia da gravidez”. Uma vez que a Presidente Dilma sancionou integralmente o PL 03/2013 contra o pedido da CNBB de veto parcial, cabe garantir que honre, ao menos, o sentido preciso da ambígua expressão “profilaxia da gravidez”. Este artigo surgiu depois uma conversa e a convite do meu amigo João Carlos Almeida (Padre Joãozinho, scj), após a qual resolvi escrever devido ao tramite do Projeto de Lei 03/2013, autoria da deputada federal Iara Bernardi do PT/SP[1], que traz em seu art. 3º, IV, a expressão “profilaxia da gravidez”, que vem sendo interpretada como “aborto permitido”. Na verdade o projeto de lei visa a tornar obrigatório o atendimento emergencial às vítimas de violência sexual no SUS – Sistema Único de Saúde.

Durante esta conversa surgiu a seguinte duvida: será que a palavra “profilaxia” empregada na futura lei não poderia ser interpretada como aborto permitido no Brasil?

No direito, a interpretação nada mais é que buscar o efetivo alcance da norma, ou seja, procurar descobrir aquilo que ela tem a nos dizer com a maior precisão possível, sendo que os meios empregados para a interpretação são: 1) literal ou gramatical, que se preocupa simplesmente com o significado das palavras; 2) a teleológica, que visa alcançar a finalidade da lei, aquilo que ela se destina regular; 3) a sistêmica, que interpreta a norma legal como um todo e não somente para as partes; 4) a histórica, na qual o interprete da norma busca fundamentos de sua criação e momento pelo qual a sociedade atravessa.

Ora, o vocábulo “profilaxia” tem significado médico de conjunto das precauções higiênicas que devem tomar-se para evitar uma doença ou um contágio[2].

Logo, trazendo para dentro do contexto do Projeto de Lei 03/2013 e usando as técnicas de interpretação acima, temos que a palavra profilaxia foi usada corretamente no contexto médico de forma a tratar e prevenir doenças infectocontagiosas que as mulheres vítimas do estupro não venham a sofrer, tais como: DST, AIDS, hepatite etc. e logicamente não inclui a gravidez, pois não se trata de doença.

Hoje o aborto, art. 124 do Código Penal[3], é crime com pena prevista de 1 a 3 anos de prisão, e somente casos previstos na lei não são considerados crimes.

Na nossa constituição e no direito penal brasileiro temos o princípio da legalidade que afirma que um crime só existe se a lei previr que aquela conduta é criminosa. “Não há crime sem lei anterior que o defina, nem pena sem prévia cominação legal.” (art. 5º, XXXIX da CF/88 e art. 1º do CP, respectivamente).

Para que um crime deixe de existir é necessário que uma lei diga que aquela conduta tipificada não é considerada mais como infração penal. Foi o que aconteceu, por exemplo, com o crime de adultério que era previsto no art. 240 do Código Penal brasileiro e hoje não é mais considerado como um delito contra o casamento.

No PL 03/2013 não há revogação do crime de aborto, fazendo com que deixe de ser crime. A finalidade do projeto de lei é unicamente dar tratamento médico para as doenças que as vítimas de violência sexual venham a adquirir, podendo até prejudicar o desenvolvimento normal de uma gestação devido ao surgimento de alguma doença adquirida pela violência. Isto sim é a “profilaxia da gravidez”. Tudo isso e só isso. O que ultrapassa é eufemismo que não cabe nos termos da lei.

Contudo para que haja a legalização do aborto, o texto do projeto de lei já mencionado deve trazer menção em artigo próprio, como manda a boa técnica legislativa, que tal conduta punida estaria fora do rol dos crimes, como aconteceu com o crime de adultério que foi revogado pela Lei 11.106/05 em seu art. 5º: “Ficam revogado o art. 240 do decreto lei 2.848/40[4].” E não é o que ocorre com o caso em questão, pois não há intenção do legislador em descriminalizar o aborto, já que não incluiu artigo que revogasse os artigos que incriminam tal pratica, continuando em vigente os crimes de aborto.


[1] http://www.senado.gov.br/atividade/materia/detalhes.asp?p_cod_mate=111416

[2] http://www.priberam.pt/dlpo/default.aspx?pal=profilaxia

[3] http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/del2848compilado.htm

[4] http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2005/lei/l11106.htm


“Aborto” filme/documentário “180″

fevereiro 17, 2012

Oi gente,

Essa semana o assunto do aborto voltou à tona quando em meio a tantas decisões políticas para melhorar a vida da população são esquecidas, novamente o tema da liberdade em escolher o “aborto”, volta a ser propagado, com sérias possíbilidades de aprovação.

Não podemos nos calar diante desse absurdo. Precisamos escolher nossos governantes e os princípios cristãos são funsamentais para a nossa escolha.

Partilho com vocês um documentário interessantíssimo e espero que nos ajude a refletir e a fazer com que muitos reflitam na grande barbárie que é o matança de um inocente.

Engraçado que a lei a “palmada” foi aprovada, então entendemos que não podemos dar bater em uma criança(o que realmente é um absurdo), mas não entendo, como pode-se ainda pensar na possibilidade do aborto…

Segue abaixo um pouco do que consta no documentário e espero que seja útil e acrescente novas idéias e reafirme os pensamentos que nós cristãos temos a cerca do tema.

Prestem atenção nas respostas das pessoas, da maneira como cada uma lida com a idéia da vida, da morte e da justiça.

Assistam todo o documentário, que está dividido em três partes.

Fraternalmente,

Fabiana Paula

 

Um filme com cenas do Holocausto e argumento contra o aborto tornou-se um fenômeno do YouTube, com 1.3 milhões de acessos.

O documentário de 33 minutos fala da relação entre o Holocausto com o aborto legalizado, comparando a matança de milhares de vidas inocentes nos dois episódios. Jovens entrevistados no filme pelo narrador Ray Comfort são forçados a fazer a conexão do extermínio de judeus com a aceitação pela sociedade atual da morte de crianças não nascidas, o que os fazem repensarem seus conceitos e se oporem ao aborto.

“180o. é um passeio em uma montanha-russa de emoções, você observa as pessoas serem colocadas em um dilema moral, quando questionados se eles poderiam enterrar judeus vivos (algo que aconteceu na 2 ª Guerra Mundial)”, disse Comfort.

Segundo ele, esse é um teste de quanto as pessoas valorizam a vida humana. Comfort aponta a ignorância de um dos momentos mais obscuros da história humana que inevitavelmente resulta na desvalorização da vida, o que configura uma repetição do Holocausto.

Comfort espera que o filme chegue a diversas escolas. Só no mês passado, foram distribuídas de 180 a 200 mil cópias do DVD às 100 melhores universidades dos EUA. Agora o autor, que é um pastor judeu messiânico, está voltando a distribuição também ao Ensino Médio.

Comfort relata que nas filmagens para o filme, gravou 14 entrevistas com pessoas que pensavam que Hitler era um comunista, um ator, ou mesmo nunca tinham ouvido falar nele. “Esses jovens são bastante ignorantes quanto ao período que talvez seja o mais obscuro da história humana, porque o sistema educacional norte-americano é falho”.

O filme tem ajudado muitos jovens a mudarem suas opiniões. Em uma sala de aula, iniciou-se uma discussão sobre se eles achavam que o aborto poderia ser uma escolha, se a criança é saudável ou se a gravidez foi causada por um estupro. Uma vez relacionado o assunto a Hitler, as opiniões mudaram. O filme fez com que todos os estudantes afirmassem que o aborto deveria ser ilegal


Jovem Testemunha o valor da vida em sua pequenez!

fevereiro 3, 2012

Oi gente, Paz e Bem!

Segue abaixo uma entrevista maravilhosa e muito tocante sobre o aborto e a decisão por não abortar.

A matéria foi tirada do site: http://destrave.cancaonova.com/

Vale a pena ler ou assistir.

Vamos divulgar a cultura da vida, mostrando que não importa o que aconteça, a vida humana deve sempre estar em primeiro lugar.

Fraternalmente,

Fabiana

São muitas as mulheres que, em caso de estupro, optam por realizar um aborto, o que, no Brasil, é permitido por lei nesse caso. A equipe de reportagem do ‘Destrave’ conversou com uma jovem que ficou grávida após ser vítima dessa violência [estupro] e, depois de relutar muito, Deus tocou seu coração e ela decidiu levar a gravidez adiante. Para preservá-la a chamaremos de “T.”.

Confira o testemunho da jovem mãe, que deu seu “sim” à vida ao ser orientada por um membro do Instituto Pró-Vida. Em seu depoimento ela destaca que foi a Palavra de Deus que a conduziu a não praticar o aborto.

Destrave.com: Qual foi o seu sentimento ao ser violentada e, no seu desespero, quais foram os meios que encontrou para fazer o aborto?

Testemunho T.: Foi um sentimento de raiva, dor, desprezo, mágoa e culpa. Primeiro tomei alguns chás que as pessoas falavam e, depois de ver que não houve resultado, decidi procurar uma clínica de aborto mesmo.

“Hoje eu olho para o meu filho e tenho força para lutar pela minha vida e pela vida dele”, contou.

Destrave. Com: Como você chegou ao Instituto Pró-Vida? Ligou? Teve esse encontro e decidiu não fazer o aborto?

Testemunho T.: Achei o telefone na internet e liguei achando que era uma clínica de aborto. A moça que conversou comigo falava como se fosse realmente de uma clínica, então marquei um encontro com esta pessoa e pensei assim: “Como o aborto é ilegal este encontro dever ser para disfarçar para que a polícia não fique sabendo”. Nesse encontro a mulher começou a falar da Igreja e de Jesus, mas eu já conhecia porque fui criada na Igreja evangélica. No entanto, depois dessa conversa aquilo ficou dentro de mim. Ela jogou a semente e a semente foi germinando.

Destrave.com: Você tinha noção de que tinha uma vida dentro de você? E qual foi o seu sentimento ao ver o rosto do seu filho na hora do nascimento?

Testemunho T.: Não tinha noção de que era uma vida; e ainda nem pensava que era o meu filho. Para mim, não havia uma vida ainda e eu não estaria errando. O que me fez conseguir entender tudo foi a Palavra de Deus. Na hora do nascimento fiquei muito feliz e grata a Deus.

“Foi a voz de Deus falando comigo e que ia me ajudar e quando vi que ele era parecido comigo fiquei muito feliz”, testemunhou.

Destrave.com: Quais foram as ajudas que você recebeu durante a gravidez, no parto e até hoje?

Testemunho T.: A primeira ajuda que eu recebi foi a espiritual, porque, se eu não a recebesse, a pessoa que me acolheu no Instituto Pró-vida poderia vir falar comigo e oferecer o que fosse que eu não aceitaria. Quando ela falou de Deus aí foi o momento em que eu disse que não iria abortar. Depois precisei de ajuda psicológica, financeira e também recebi todo o tipo de ajuda com roupas, berço e alimentação.

Destrave.com: Gostaria que você deixasse uma mensagem para as pessoas que hoje passam pela mesma situação?

Testemunho T.: É difícil, dificuldade a gente tem mesmo de ter um filho, mas eu acho que mais difícil é quando você aborta e fica com aquela consciência ruim. Não sei como estaria hoje se tivesse cometido o aborto, mas se o realizasse talvez eu teria acabado com a minha vida e a do meu filho. Hoje eu olho para o meu filho e tenho força para lutar pela minha vida e pela vida dele.